A alimentação sempre esteve no centro da história da humanidade e foi responsável por sua evolução. Ao olhar brevemente para a linha do tempo (deixando muita história de lado), é possível entender essa relação.

Os nômades se alimentavam da caça e coleta de alimentos dos lugares por onde passavam. Com o início do cultivo da terra e da domesticação dos animais, iniciou-se o desenvolvimento da agricultura, o que permitiu ao homem fixar-se em um território. Nos séculos XV e XVI iniciaram-se as navegações, globalizando os alimentos entre as nações. A Revolução Industrial, dois séculos mais tarde, deu origem à industrialização dos alimentos e posteriormente à comida fast-food.

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E agora, vive-se uma espécie de “Renascimento”, a valorização dos alimentos orgânicos e naturais volta ao centro da questão. Esses ciclos evolutivos, se assim pode-se chamar, são correspondentes às demandas da época vivida e as adaptações absorvidas pelo homem. Entre as necessidades básicas inerentes a sua sobrevivência, a alimentação é a principal delas.

O corpo, para executar suas funções metabólicas, necessita de alimentação e ingestão de água, que são fontes essenciais de energia para a vida. A qualidade da alimentação é refletida na saúde do indivíduo, junto com o fortalecimento da estrutura muscular e óssea adquirida através de atividades físicas constantes, com o objetivo de fortalecimento e melhoria cardíaca.

A mente, assim como o corpo, demanda de “alimentação”, entre aspas por ser um aspecto abstrato na mensuração, mas não no resultado.

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Por exemplo, não é possível mensurar quantas horas de estudo a mente humana precisa para um determinado conhecimento, porém sabe-se que estudar é a condição para alcançar esse resultado. A saúde da mente está ligada a qualidade das informações que absorver e a exercícios para mantê-la ativa.

Corpo e mente são complementares e de importância idêntica. O equilíbrio entre as duas partes resulta em qualidade de vida e bem-estar. Esse equilíbrio só é possível a partir do momento em que o indivíduo torna-se consciente da sua condição atual, se a mesma é satisfatória ou se é necessário promover mudanças de hábitos e comportamentos. Para trabalhar essa consciência, inicialmente é preciso separar as partes dentro do todo.

A promoção de qualquer mudança de hábito ou comportamento exige, por sua vez, informação, orientação profissional e disciplina. A leitura sobre os temas de interesse traz informações importantes para o direcionamento de ações, como por exemplo, consultar um nutrólogos ou contratar um personal trainer. Ou ainda, na decisão de iniciar um processo de autoconhecimento através de terapia.

O foco é o equilíbrio entre o corpo e a mente, conquistado através da #Alimentação Saudável e positiva que move as pessoas para frente, para as boas emoções e ações.