A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou ontem (15) o registro de um teste rápido que detecta em 20 minutos se o paciente esteve ou se ainda está com o #Zika Vírus alojado no seu corpo. Este é o quarto produto que a Anvisa aprovou.

O produto foi desenvolvido pelo laboratório canadense, Biocan Diagnostics, de acordo com informações da Agência Brasil. O teste que o Brasil disponibiliza hoje só detecta o vírus quando na sua fase aguda. Mesmo que o paciente não esteja doente será possível verificar se ele teve a doença.

O Ministério da Saúde viu a necessidade de mais produtos que identificassem a presença do vírus pelo fato da confirmação de que o vírus prejudica praticamente todo desenvolvimento das crianças infectadas. Ainda não foi divulgada a data para o produto entrar em circulação.

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Transmissão do vírus

Já é sabido que a transmissão do vírus também acontece através da picada do Aedes aegypti. No início de fevereiro, a Organização das Nações (ONU) orientou que as pessoas recusem a receber doações de sangue de pessoas originadas de onde ocorre o surto do zika vírus.

A Fiocrus alertou que havia encontrado um vírus ativo em urina e em saliva, porém ainda não foi confirmado se existe risco de infecção por algum destes meios.

O Centro Americano de Controle e Prevenção de Doenças, dos EUA, chegou a uma conclusão semelhante com relação a vírus ativo em saliva. Confirmou ainda que o primeiro caso, de um não viajante, registrado no país ocorreu por contato sexual.

De acordo com informações da Agência Brasil, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, se reuniu hoje (16) em Brasília com embaixadores da União Europeia para apresentar as medidas estabelecidas pelo #Governo federal no combate ao Aedes aegypti, transmissor da #Dengue, do Zika e da febre chikungunya.

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Vacinas contra o vírus

No início de fevereiro um laboratório indiano, Bharat Biotech International, desenvolveu duas vacinas contra o zika vírus, o próximo passo para as vacinas será o teste em animais e humanos. Caso as vacinas sejam aprovadas, o laboratório disse ser possível colocar as vacinas no mercado em quatro meses.

No final de janeiro a presidenta Dilma Rousseff fez uma parceria com o governo dos Estados Unidos para desenvolver uma vacina contra o vírus que provoca a malformação cerebral.