A dislexia é um distúrbio do aprendizado que  não possui cura e, geralmente, atinge crianças com a inteligência e a visão normal.

A nível de leitura, a criança é um mau leitor, ou seja, lê, mas não entende.

De acordo com o site www.centropsicopedagogicoapoio.com.br, o disléxico não consegue associar o símbolo gráfico e as letras ao som que elas representam. Escrevem de forma invertida, por exemplo, ao invés de escreveram “topa” escrevem “pato”. Ter a necessidade de seguir a linha do texto com os dedos também é outro sintoma de dislexia.

Em geral, os disléxicos sofrem também com a discalculia (dificuldade para calcular).

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Aos oito ou nove anos de idade apresentam perturbação emocional. Têm um comportamento antissocial e até de agressividade. São inteligentes e habilidosos.

A dislexia é a maior causa do baixo rendimento escolar. A caligrafia da pessoa que tem dislexia é totalmente defeituosa. Ele também confunde a direita com a esquerda. Aos 4 ou 5 anos de idade já é possível saber se uma criança tem dislexia ou não.

Escassez de conhecimento prévio, confusão com relação às tarefas escolares, dificuldades em reconhecer rimas e símbolos, decorar tabuada, acréscimo ou omissão de letras, saltar ou retroceder linhas no momento da leitura são alguns sinais de dislexia.

O disléxico não é deficiente, ele pode ser uma pessoa saudável e inteligente, porém, possui uma dificuldade acima do comum em aprender a ler. Apesar disso, o disléxico possui QI normal ou acima do normal.

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Para lidar com essa condição, é necessária a ajuda de um profissional, podendo ser um psicopedagogo ou um fonoaudiólogo.

O militar e político George Washington, que foi o primeiro presidente constitucional dos Estados Unidos, era portador de dislexia. O artista mais famoso do mundo, Pablo Picasso,  pintor, escultor, desenhista e escritor de poesias também, era portador de dislexia.

Se alguém que você conhece, ou você que é professor (a) perceber alguma dessas dificuldades em seus alunos, comunique aos pais e aconselhe a fazer uma consulta com psicopedagogos, para, assim, começar o #Tratamento. #Medicina #Blasting News Brasil