O método de tratamento das células-tronco feito com humanos está se difundindo para ajudar no combate a doenças e à regeneração de tecidos.  A novidade, porém, é que os #Animais estão se beneficiando desse tipo de terapia.

Por definição, as células-tronco são células com características neutras e que se reproduzem rapidamente para adquirir a forma ou a função de qualquer tecido, auxiliando na recuperação do órgão ou amenizando os efeitos de uma lesão.

No Brasil, essa técnica vem apresentando resultados satisfatórios e positivos para combater doenças como falhas ósseas, danos severos decorridos da cinomose, traumas na medula, lesões nos ligamentos, insuficiência renal grave, artrites e artroses.

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Como ponto positivo, a terapia das células regenerativas não apresenta risco ou rejeição. Por outro lado, não é a solução para todos os tipos de patologia dos quais os animais sofrem; as células-tronco têm poder de ação bem específico. Abre a possibilidade de que certa #Doença não responda ao uso dessa técnica.

No entanto, ela assegura uma melhora significativa da qualidade de vida de seu amigo de quatro patas. Quanto à coleta, as fontes mais comuns são a polpa dos dentes, a medula óssea ou a gordura do tecido adiposo (barriga). A próxima fase é separar as células do colágeno dentro de uma centrífuga e aplicar uma enzima. Feito isso, elas ficam numa solução com base de nutrientes por um período de três semanas; o intuito é estimular a reprodução.

A etapa mais importante é a uso dessa “massa crescida”  diretamente no órgão ou membro afetado, onde as células-tronco adquirirão a forma do local a ser tratado.

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Geralmente, são necessárias de uma a três aplicações. Os bons efeitos começam a ser sentidos no mesmo dia: a cura total de lesões e fraturas ocorre dentro de dois meses. A quantidade de animais que não respondem ao tratamento é considerada baixa. Outros se curam totalmente; e há aqueles que sentem progresso significativo na saúde.

Os resultados variam em função do tipo de enfermidade, estágio da doença e há quanto tempo  o animal apresenta os sintomas.

O tratamento exige investimento alto e nem todos os profissionais que cuidam de saúde animal  são unânimes quanto à sua aplicação para cura. Novidade no Brasil, vem ganhando adeptos, embora não seja a “fórmula mágica “. Transmite muita segurança pelos resultados, pela rapidez de cura ou melhora, não machuca/maltrata o bicho e é um método que pode substituir a administração e a dependência a remédios e seus efeitos colaterais.

Antes de optar por essa terapia, cada caso é analisado a fim de checar a viabilidade do uso de células-tronco. O que tem sido bom para os seres humanos, é replicado para aqueles que fazem dos nossos dias mais divertidos e plenos de companhia. #Medicina