Parece assustador não é? Já me imagino em uma cidade repleta de zumbis gritando "C-É-R-E-B-R-O-O-O", com aquela voz bem assustadora. Ainda não sei ao certo se eu estaria no seriado "#The Walking Dead", no filme "Guerra Mundial Z" ou em "Resident Evil". Calma! Não é bem por aí que as coisas acontecerão. A ideia é ressuscitar pessoas clinicamente mortas, aquelas que não podem viver sem a ajuda de aparelhos.

A empresa da Filadélfia, chamada de Bioquark, está tentando fazer este experimento ousado com vinte pessoas no estado de morte clínica. As entidades de saúde dos Estados Unidos e da Índia deram parecer favorável para a continuação das pesquisas.

Publicidade
Publicidade

O projeto foi aprovados pelos comitês de ética dos países.

Já ficou mais calmo? Já estava pensando o que faria se houvesse um apocalipse Zumbi não é? Se ia virar Alice [Milla Jovovich em Residente Evil] ou um Gerry Lane [Brad Pitt em Guerra Mundial Z]. O projeto não pretende ressuscitaras pessoas que já faleceram, más, como já dito, aquelas que vivem com auxílio de aparelhos.

Segundo o CEO da Bioquark, Ira Pastor, esta é a primeira vez que um experimento deste porte será realizado. Os possíveis resultados podem resultar na inversão da morte humana.

"Para realizar uma iniciativa tão complexa quanto esta, vamos combinar ferramentas de #Medicina biológica com outros aparelhos médicos existentes usados para a estimulação do sistema nervoso central, em pacientes que apresentam outros problemas severos de falta de consciência", afirma Pastor. 

A base da pesquisa é feita em cima das células-tronco, estimulação nervosa e alguns outros tratamentos.

Publicidade

Os pacientes serão aqueles que sofreram traumas cerebrais mais sérios.

Após um estudo científico foi contatado que mesmo quando há morte da célula cerebral ainda existe fluxo sanguíneo e atividade elétrica, mas em quantidade insuficiente para deixar a pessoa vida. O estudo foi divulgado recentemente.

Os “mortos-vivos” podem chegar a vida novamente após um #Tratamento intenso de seis semanas, que é quando é esperado a regeneração da medula espinhal e o aumento do ritmo cardíaco dos pacientes.

A teoria é baseada nas dos anfíbios que podem regenerar partes do cérebro após graves ferimentos. O processo ainda é lento, mas há esperança. "Salvar partes individuais pode ser de grande ajuda, mas é um longo caminho até que seja viável ressuscitar um cérebro totalmente, de maneira funcional, em um estado sem danos", declarou Pastor.