A  ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar, responsável pela regulamentação dos planos de saúde no país, determinou que as operadoras terão que realizar o teste para diagnóstico do vírus da zika.

A resolução que faz ampliação dos procedimentos foi assinada pelo presidente da agência, José Carlos de Souza Abrahão, sendo publicada nesta segunda-feira (06). As operadoras terão o prazo de 30 dias para poder se adaptar.

As operadoras deverão realizar os três tipos de testes. O PCR, o IgM e o IgG que diagnosticam se a pessoa foi infectada pelo vírus zika. O IgM identifica anticorpos no sangue do paciente, o IgG verifica se o paciente teve contato com o vírus em algum momento e o PCR é responsável em detectar o vírus nos seus primeiros dias.

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Serão considerados como grupos prioritários as mulheres grávidas, filhos de mães que foram infectadas pelo vírus na gestação e os recém-nascidos que apresentarem má formação congênita, cuja mãe tenha tido contato com o vírus.

O diagnóstico nas grávidas infectadas com o #Zika Vírus pode prevenir a microcefalia e outros danos neurológicos graves. A microcefalia é uma #Doença onde o cérebro não se desenvolve corretamente, comprometendo o desenvolvimento da criança.

Sintomas do zika vírus

A pessoa pode apresentar um quadro de dores nas articulações, febre baixa, manchas vermelhas na pele, coceira, vermelhidão nos olhos e dor de cabeça. No entanto, 80% das pessoas que foram infectadas pelo vírus são assintomáticas, ou seja, não manifestam sintoma. Em alguns casos, pode ocorrer inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos.

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Os sintomas desaparecem entre 3 e 7 dias, evoluindo de forma benigna, na maioria dos casos.

Não existe ainda nenhuma vacina contra esse vírus que vem assustando a população. No momento, o único remédio é trabalhar com a prevenção, eliminando o foco do mosquito transmissor da doença, o Aedes Aegypti.

Zika vírus no Brasil

No Brasil, o vírus zika foi identificado pela primeira vez em abril de 2015, depois da Copa do Mundo, provavelmente trazida por turistas. Com a globalização, as doenças se propagam de maneira mais acelerada, sendo necessários métodos mais eficientes para evitar a disseminação de doenças contagiosas por todo mundo.