Uma impactante descoberta anunciada neste sábado (6), com exclusividade ao jornal inglês Express, revela a detecção de organismo extraterrestre na estratosfera do nosso planeta -situada entre 12 a 50 quilômetros de altitude. Ela é considerada a segunda camada da atmosfera. As nuvens, por exemplo, estão localizadas na primeira camada, a troposfera, que abrange o nível do mar até 12 km de altitude.  

De acordo com o líder da equipe, responsável pela revelação, Milton Wainwright, cientista na Universidade de Sheffield, localizada na cidade de Sheffield (Inglaterra), a imagem do inusitado organismo – semelhante a fumaça de charuto - evidencia a existência de vida fora da Terra.

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Embora o achado seja diferente dos ‘aliens’ hollywoodianos, no momento ele é considerado a prova mais consistente de que não estamos sozinhos no universo.

A constatação de que a emblemática criatura é composta pelos elementos básicos responsáveis pela formação dos blocos de construção da vida – carbono, nitrogênio e oxigênio -, feita na estratosfera do deserto de sal norte-americano, conhecido como Bonneville Salt Flats, no estado de Utah, deixou a comunidade astronômica perplexa.

Segundo o professor Wainwright, um balão científico enviado à estratosfera foi responsável por isolar o organismo e analisar sua estrutura química. Outro aspecto que chamou atenção dos estudiosos diz respeito ao fato da ‘entidade’ apresentar os dois lados iguais. Essa particularidade, na concepção do cientista, indica a presença de micróbios extraterrestres.

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“É definitivamente um organismo”, fala.

Questionado sobre a hipótese dessas partículas terem flutuado da Terra à estratosfera, o acadêmico é enfático ao ressaltar a impossibilidade do acontecimento. Ele destaca que, devido ao peso molecular dessas substâncias, a gravidade do nosso planeta impede que isso aconteça. Caso contrário, não teríamos oxigênio para respirar, pois o mesmo escaparia da troposfera.

Para o professor, não há dúvida sobre a existência de entidades biológicas de outros planetas no nosso mundo. Ele requisitou ajuda à Agência Espacial Americana (NASA) nos estudos para avaliar de que maneira partículas orgânicas encontradas na Terra, estão sendo detectadas no sistema solar.

Wainwright salienta que o nosso planeta é continuamente afetado por microrganismos do espaço. "Simplificando, a Terra está sendo continuamente regada com a biologia do espaço, alguns dos quais podem estar vivos, mas todos, provavelmente, vão realizar novas informações que pode ter influenciado a evolução da vida na Terra”, conclui.

O pesquisador, conhecido por ter opiniões extravagantes no meio acadêmico a respeito de vida extraterrestre em outras partes dos cosmos, avalia que o DNA alienígena chega à Terra com frequência, por meio dos corpos celestes que caem no planeta. Essa teoria, conhecida como panspermia, sugere que a vida no nosso mundo teve início a partir do espaço.   #Inovação #Mídia #Curiosidades