Muito se debate no #Brasil e no mundo sobre um dos grandes problemas enfrentados pela sociedade atual: os acidentes no trânsito. Responsável por milhares de mortes todos os dias, o assunto é fruto de muita polêmica e discussão das mais variadas vertentes. 

As políticas de segurança no trânsito variam de acordo com cada país. Alguns países da Europa, por exemplo, aplicam leis muito rígidas, enquanto outros optam por focar nas campanhas de conscientização. Independentemente da estratégia utilizada, uma certeza nós já temos no Brasil: é preciso evoluir.

O número de mortes por acidentes de trânsito no Brasil é altamente assombroso.

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Estima-se que o trânsito mata mais pessoas que o câncer em nosso país. E o pior, a cada ano o número de mortes no trânsito aumenta gradativamente de acordo com o Detran. As causas são diversas, mas dentre elas podemos destacar a pouca ênfase em campanhas de conscientização por parte do poder público brasileiro.

Enquanto o Brasil retrocede, alguns países evoluem bastante e estão conseguindo ótimos resultados na redução do números de acidentes e, automaticamente, de mortes no trânsito. A Austrália, nas últimas 2 décadas, conseguiu reduzir em 40% o número de óbitos oriundos de acidentes no trânsito. Uma política que tem se mostrado eficiente e também curiosa.

Com estratégias diferentes de conscientização da população, o governo australiano vem conseguindo êxito nesta difícil missão. No mês passado, por exemplo, o governo daquele país, com o auxílio de uma escultora, um médico cirurgião e um engenheiro de segurança no trânsito, criou um suposto e único ser humano que seria capaz de sobreviver a um #Acidente de trânsito. 

Com uma aparência nada convencional, que desperta curiosidade ou até medo, #graham, como foi batizado, tem algumas características especificamente criadas para resistir aos possíveis impactos de uma batida ou atropelamento: não tem pescoço para que não quebre fatalmente, rosto gordo para proteger nariz e maxilar, mamilos extras e avantajados para proteger costelas e órgãos vitais, além de pernas e joelhos adaptados para saltarem e serem flexíveis para não quebrar.

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O objetivo com a curiosa invenção é despertar a nossa atenção para o fato de que somos muito diferentes de Graham, e portanto todo cuidado no trânsito é bem-vindo.