Também conhecida como PCR, a parada cardiorrespiratória pode ser motivada por um distúrbio elétrico no coração, fazendo com que o coração do indivíduo deixe de funcionar e o mesmo fique sem respirar. A cessação da circulação do sangue, caracterizada pela falta de pulsos palpáveis, indica um processo de lesão hipóxica-isquêmica grave, mas que, com poucos minutos, é viável a reversão do quadro com poucos sinais. Muitas vezes, a PCR pode levar o  paciente a ter uma lesão neurológica grave, podendo ser até irreversível, sendo que a mesma pode ocorrer após 6 e, no máximo, 11 minutos sem ventilação e compressões torácicas.

Este é um caso de emergência médica que precisa de reanimação cardiorrespiratória o mais rápido possível, sendo necessário, em algumas ocasiões, o uso do Desfibrilador Externo Automático (DEA) nos ritmos chocáveis que são: Taquicardia Ventricular e Fibrilação Ventricular, vele ressaltar que o DEA vai detectar a frequência elétrica do coração e, se necessário, ele vai sugerir a aplicação do choque, que vai ser apenas nos dois ritmos citados anteriormente.

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Abordagem 

A assistência exige do profissional muito conhecimento e treinamento prático de suas habilidades, pois o paciente necessita de um suporte rápido para que não haja sequelas graves. Torna-se necessário, para um apoio ao paciente: garantir vias aéreas permeáveis, ventilação e oxigenação a 100%, realizar compressões torácicas, obter acesso venoso, desfibrilar se estiver em fibrilação e administrar a medicação necessária.

Diagnóstico

O diagnóstico pode ser obtido através da observação dos seguintes sinais e sintomas: ausência de pulso,  perda súbita da consciência, dor no peito, desmaio, ou baixos níveis de oxigenação no corpo e também o paciente estar sentido falta de ar. Para ser mais precisa a análise da patologia, faz-se necessário a realização de um eletrocardiograma (ECG),  pois o ECG vai mostrar qualquer tipo de alteração na atividade elétrica do coração. 

Causa extra-hospitalar  

Os principais motivos da parada cardiorrespiratória extra-hospitalar são por problemas coronarianos, infarto seguido de fibrilação, miocardiopatia hipertrófica, afogamento, dentre outros problemas.

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