Amanhã, 24 de agosto de 2016, poderá ser a data que marcará a maior descoberta astronômica da história. Pela primeira vez teremos a oportunidade de saber – por fontes oficiais – que não estamos sozinhos no #Universo. Ou que, pelo menos, a Terra tem uma ‘irmã gêmea’. De acordo com informações da imprensa internacional, como o jornal britânico Daily Mail e a conceituada revista alemã Der Spiegel, o Observatório Europeu do Sul (ESO) revelará na tarde desta quarta-feira (24) a descoberta de um planeta semelhante à Terra, com condições adequadas para abrigar vida.

Localizado na órbita da estrela anã-vermelha Proxima Centauri, que pertence ao sistema estelar Aplha Centauri, situado a ‘apenas’ a 4,2 anos-luz do nosso sistema solar, a possível segunda Terra (planeta sem nome) é considerada o exoplaneta mais próximo de nós. Segundo a revista alemã, a descoberta desse intrigante ‘novo mundo’ é recente.

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O planeta teria sido identificado em agosto. Agora, cientistas avaliam que ele orbita a anã-vermelha a uma distância considerada propícia à formação de vida – semelhante a posição em que a Terra está do Sol.

Embora o porta-voz do ESO, Richard Hook, tenha dito a Der Spiegel no início deste mês que não iria comentar o assunto, o periódico Daily Mail desta terça-feira (23) acentua que a própria instituição rompeu o silêncio em torno do achado e o apresentará amanhã, durante uma conferência de imprensa.

Apesar de Hook não revelar o conteúdo que será exposto naquela data, o tema sobre a observação de um potencial planeta habitável foi comentado por uma fonte (nome não revelado pela Der Spiegel) à revista alemã. Essa pessoa estaria envolvida na descoberta do planeta ‘Terra 2.0’.

Para o cientista e professor da Universidade da Califórnia, em Santa Barbara (EUA), Phillip Lubin, o achado representa uma nova era para as pesquisas astronômicas.

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“A descoberta de um possível planeta em torno da Proxima Centauri é muito emocionante”, comenta.

Mesmo que o anúncio proferido pelo Observatório Europeu do Sul confirme a existência de uma segunda Terra além do nosso sistema estelar, levará décadas para que os primeiros exploradores do cosmos cheguem àquele corpo celeste. A tecnologia atual, baseada em foguetes movidos a combustão, ainda não é capaz de atingir o espaço profundo. Porém, se realmente houver vida no astro, entidades inteligentes podem ter evoluído naquele planeta, como aconteceu no nosso mundo. Portanto, nada impede que essa suposta civilização seja mais avançada do que a  ossa. Quem sabe eles até saibam da nossa existência. Ou não. #Inovação #Curiosidades