Animais podem sofrer de problemas mentais como estresse e depressão, e isso já altera seu comportamento. Especula-se, mas ainda não há provas. Não conseguimos ler a mente dos mesmos, nem saber se existe uma intenção de morte. Segundo a maioria dos etólogos (especialistas em #Comportamento animal), não seria possível para os #Animais realizar o ato de tirar a própria vida de forma intencional como acontece com os humanos. Para outros essa pergunta seria impossível de responder.

Alguns casos podem ser confundidos com suicídio. Veja abaixo alguns comportamentos que levam morte quase voluntária de animais, mas podem ser explicados de outras maneiras:

Escorpião: Um dos casos mais famosos é que ele se aplica uma picada suicida ao ser colocado dentro de um círculo de fogo.

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Nesse caso a morte se deve por desidratação. O escorpião é imune ao próprio veneno.

Louva-a-Deus: Após copular com a fêmea, o macho não entrega o corpo voluntariamente para ela comer. Ele até tenta fugir, mas quando não consegue a fêmea se alimenta dele para garantir o desenvolvimento das crias que serão geradas.

Algumas espécies de aves: Algumas aves se arrastam no chão diante do ataque do predador, simulando uma asa quebrada para ser uma presa fácil. O que parece ser um comportamento suicida, nada mais é do que uma encenação para os filhotes escaparem.

Aranha-européia: Alimenta os filhotes regurgitando comida para eles, no caso de ficar sem alimento, a aranha oferece o próprio corpo para os filhotes de alimentarem. Este fenômeno é conhecido como matrifagia, em que há um sacrifício para perpetuação da espécie.

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Aranha-viúva-negra: Possui esse nome pelo fato de matarem o macho após o acasalamento. O companheiro pode tentar fugir, mas as vezes se oferece como refeição para garantir o desenvolvimento da espécie.

Golfinhos: Em 1963, um treinador de golfinhos afirmou que um dos animais se afundou no tanque propositalmente até morrer. Para os especialistas, o animal estava tentando fugir do estresse do cativeiro, e não tinha qualquer noção que morreria.

Társios: Os menores primatas do mundo apresentam um comportamento de se machucarem intencionalmente quando colocados em cativeiro. Eles podem ficar tão aflitos que esmagam a própria cabeça contra objetos. O fato se deve ao grande estresse do confinamento.

Cães: Cachorros que param de comer e definham após a morte ou desprezo de seus donos. É um mistério para a etologia. Neste tipo de situação, os animais entram em depressão, adoecem e perdem a vontade de se alimentar, até que, eventualmente acabam morrendo. Estariam eles paralisados pela dor ou perda e saberiam que esse comportamento levaria a morte? #Curiosidades