A sensação é mesma de acordar de um sono profundo, mas não conseguir mexer um músculo sequer, nem mesmo falar. Isso pode acontecer com algumas pessoas, pelo menos uma em vinte, já passou por esse transtorno que demora poucos minutos, mas é bastante assustador, chama-se "Doença do Sono". Contudo pode durar horas e até dias ou permanecer por meses. A pessoa está acordada, consciente, mas não tem capacidade de se mover, acordado e paralisado.

Foi assim com Terry, quando apareceram os primeiros sinais da Síndrome de Guillain-Barré (SGB), a #Doença que tem o poder de atacar o próprio sistema imunológico, atacando as células nervosas do corpo, deixando os músculos fracos e, em alguns casos causa paralisia.

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Há relatos que o surto de Zika em vários países, incluindo o Brasil, tiveram um aumento significativo da doença.

A síndrome apresenta vários sintomas e um deles é a paralisação de pernas e braços e quando se torna muito grave pode afetar os músculos respiratórios. Segundo a Agencia de doenças e medicamentos dos EUA, os sintomas podem demorar meses, mas geralmente o paciente consegue total recuperação, muito embora também possa levar a morte.

Mas o caso do galês Terry, de 31 anos, já havia chegado ao extremo, ele corria o risco de desenvolver uma outra situação bem mais cruel, a Síndrome do Enclausuramento. Ou seja, o sistema imunológico confunde os nervos infectados e os ataca, tudo isso provocado pela SGB. Eles causam danos terríveis como, a perda do controle do próprio corpo.

De acordo com o Dr.

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James Williams, que tratou de Terry, não há 'cura milagrosa' para a doença, são usadas terapias e nos casos de maior gravidade, cuidar dos orgãos do doente até que eles se recuperem. No caso de Terry, ele ficou 100 dias hospitalizado até sua alta.

Comunicação

O médico conta que o rapaz mantinha apenas o movimento dos olhos e comunicava-se com a equipe médica na base do sim ou não, por exemplo, quando olhava para a direita, estava dizendo sim, quando olhava para a esquerda, era não. Foi assim que os médicos tiveram a ideia de usar um tablet para se comunicar com ele. E foi o que aconteceu Terry olhava para determinada letra por algum tempo e ia formando as frases.

O dr. Williams diz que foi um grande avanço, pois de alguma forma ele pode voltar a 'falar' enquanto aguarda a evolução do tratamento, que vai indo muito bem. #Comunicação