Na Índia, uma criança nasceu com um mal extremamente raro que prejudica o desenvolvimento do tecido epitelial da criança enquanto no útero. A doença, chamada de Ictiose arlequim, é um transtorno genético que fortalece mais do que o necessário a camada de queratina da derme, assim, a pele se transforma em grandes placas de pele branca que descaracterizam o corpo e causam diversas dificuldades para a vida do bebê. O caso extremamente curioso percorreu a internet nos últimos dias e surpreendeu muitas pessoas pela improvável chance que havia de acontecer, cerca de uma em dez milhões. 

Em Nagpur, cidade do interior da Índia, nasceu uma menina prematura e portadora de Ictiose arlequim que comoveu os médicos quando chegou ao mundo, já que a chance de ter alcançado o momento era muito pequena por conta das condições que as camadas queratinosas acometem ao corpo, contudo, a #Doença não causou apenas deformidades na pele, mas sim, em toda a criança, que infelizmente é cega.

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No lugar de seus olhos abrigam-se dois ressaltos volumosos de coloração avermelhada; a boca é revirada ao contrário e não possui nariz. A situação é complicada e o cuidado a ser tomado é intenso. Tratamentos e acompanhamentos são feitos a todo vapor desde o nascimento. 

A surpresa foi igual para a mãe e para os médicos. Por motivos de condição financeira, a mãe não teve oportunidade de fazer os exames durante a gravidez e infelizmente não pôde iniciar os tratamentos antes do nascimento, o que teria ajudado muito no processo de amenização do distúrbio que não possui cura. Agora, a menina desfruta de tratamentos ,como o controle de umidade, hidratação das placas e a etapa cirúrgica que ajuda bastante na diminuição do incômodo causado. Lamentavelmente, as chances de sobrevivência, mesmo com manutenção intensiva, são muito pequenas para a menina.

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Os problemas para cumprir os processos simples dos seres humanos deixam sua saúde vulnerável e incapaz.

Para os pais de plantão, se já é difícil cuidar de um bebê saudável, quiçá de um bebê portador desta #enfermidade, não é mesmo?