O primeiro centro de pesquisa é o único que faz esse tipo de procedimento no mundo e sua inauguração foi nesse sábado (24/09). Com os micro cérebros, poderão ser feitas reprogramações celulares com a genética do paciente e assim obter um tratamento mais efetivo para a doença.

O projeto é uma parceria da Professora Patrícia Beltrão Braga e do biólogo Alysson Muotri, da Universidade da Califórnia.

Os mini cérebros são compostos de vários neurônios e células cerebrais humanas. Eles irão auxiliar na pesquisa e cura de várias doenças neurológicas, além de dispensar ou diminuir a utilização de animais nos laboratórios para esse fim.

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O uso dos "cérebros" artificiais será na terceira fase do tratamento do autismo, quando o mapa genético do paciente já estiver em mãos. Neles, serão feitos diversos testes com medicamentos para saber qual será adequado para determinado paciente.

Muotri explica que poderão ser criados mais de 100 mini cérebros e assim testar mais de 100 drogas diferentes, agilizando o processo de cura.

O #Autismo é um distúrbio neurológico que compromete a interação social do indivíduo, bem como as comunicações verbais e não verbais e comportamento restrito e repetitivo. Apesar de geralmente possuir características genéticas, fatores ambientais também podem ocasionar a #Doença. O distúrbio aparece na proporção de uma a duas pessoas em cada grupo de mil; os meninos são os mais afetados.

A BBC publicou uma matéria sobre o alto índice de autismo em crianças brasileiras que moram no Japão: 16,15% dos alunos brasileiros teriam autismo.

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O índice japonês é de 1,49%.

O presidente do SAB (Associação Amigos do Brasil), Edilson Kinjo, acha que poderia ser alguma dificuldade das crianças em realizar o teste, já que elas poderiam não entender perfeitamente o idiota japonês, e por isso não conseguirem responder aos estímulos, assim sendo classificada como portadora de necessidade especial.

Autoridades japonesas procuradas por representantes do Ministério da Educação consideram os diagnósticos como equivocados, e que muitos casos são somente dificuldades de adaptação.  #Saúde