Você sabia que existem tipos de afogamentos chamados de #afogamento secundário e seco?

As crianças são as que mais desenvolvem esse quadro. Tais afogamentos são raros, mas acontecem e precisam da atenção dos pais.

O que são esses afogamentos?

No caso do #afogamento seco, a criança respira a água e a laringe é fechada por espasmo, interrompendo as vias aéreas. Resultado? A respiração é dificultada, fazendo com que haja uma interrupção de oxigênio nos pulmões. Mesmo com tal interrupção, o coração continua bombeando sangue para os pulmões, levando ao afogamento com os fluídos do próprio corpo da vítima.

O #afogamento secundário acontece quando a água aspirada permanece nos pulmões e lá se acumula, resultando em um edema pulmonar.

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Tanto no caso no afogamento seco, quanto no caso do afogamento secundário, os sintomas são os mesmos: tosse, dor na região do peito, dificuldade para respiração, cansaço excessivo e alteração no comportamento da vítima (geralmente a pessoa fica irritada ou apresenta uma redução na disposição - sinal de que o cérebro parou de receber a quantidade adequada de oxigênio).

A única diferença nos sintomas do afogamento seco e o no afogamento secundário é que o afogamento se inicia logo após o contato com a água, enquanto o secundário pode iniciar entre uma e até 24 horas após o acidente.

Como agir em caso de afogamentos seco ou secundário?

Caso a pessoa apresente algum dos sintomas indicados, ela precisa ser levado imediatamente ao hospital. Geralmente, os problemas decorrentes destes afogamentos são tratáveis, mas requerem ajuda de um médico que será capaz de verificar as vias respiratórias, conferindo se estão desobstruídas e monitorando a quantidade de oxigênio.

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Em alguns casos, a vítima precisa usar um tubo que auxiliará na respiração. Não há um remédio específico para cura dos problemas causados pelo afogamento.

Prevenindo o afogamento

Tanto no caso do afogamento seco, quanto no caso do afogamento secundário, a melhor forma de prevenção é prestar atenção na criança quando ela está em um lugar com água. Atenção sempre, mesmo quando a quantidade de água for pouca, já que é possível acontecer um afogamento com apenas um pouco mais de dois centímetros de água dentro de um balde, uma banheira, uma piscina de plástico e até em vaso sanitário.

Matricule seu filho em aulas sobre segurança na água. Existem classes para bebês a partir dos seis meses de idade. Não esqueça de usar colete salva-vidas neles e sempre os deixe nadar perto de locais onde tenham profissionais de resgate, caso haja um afogamento.