Para ter a cura de algumas doenças é preciso manter um comportamento adequado com o tratamento, fato que raramente acontece com muitas pessoas. Apesar de ter sido diagnosticada no país no início dos anos 80 e ter atingido mais de 1% da população, a síndrome do pânico ainda é muito pouco conhecida. Ela é desencadeada por uma disfunção dos neurotransmissores, substâncias liberadas pelo sistema nervoso central e que, além de ter outras tarefas, são responsáveis pelo sistema de alertas do organismo.

Por isso a pessoa passa a ter, de uma hora para outra e sem motivo aparente, sintomas como: tremores, suor intenso, taquicardia, respiração ofegante, sensação de sufocamento, adormecimento e ondas consecutivas de calor e frio.

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O paciente acometido pela síndrome do pânico apresenta quatro desses sintomas, quatros vezes ao mês, explica a psiquiatria.

Segundo informações dos especialistas do Hospital das Clínicas de São Paulo, além dessas desagradáveis sensações, a síndrome desencadeia a agorafobia, medo de lugares fechados e situações públicas. “por receio de uma nova crise, a pessoa evita as situações em que se encontrava durante as crises anteriores”.

Como alternativa aos medicamentos usados para tratar a síndrome, normalmente antidepressivos, vem sendo utilizada a terapia comportamental  “através de técnicas específicas de controle da ansiedade, incluindo relaxamento e respiração - a terapia ensina os pacientes a lidar com os sintomas”. Os pacientes que levam com seriedade podem reduzir em até 80% os sintomas.

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O transtorno psiquiátrico conhecido como síndrome do pânico exige do especialista diagnóstico exato e tratamento correto, pois as crises são bastante desagradáveis ao paciente. Deve-se saber que os sintomas de pânico, apesar do desagrado, não mata, tenha consciência que a sensação ruim não significa alguma #Doença grave presente.

A respiração é fator importante no momento de pânico, por isso é preciso manter-se calmo e inspirar lentamente pelo nariz, retendo por pouquíssimo tempo o ar nos pulmões e exalando lentamente, também pelo nariz, administrando assim, uma forma que se possa controlar mais a saída do ar do que a entrada.

  #Comportamento #Saúde