Quem tem uma vida sexualmente ativa está sempre sujeito a uma gravidez indesejada, convivendo constantemente com esse medo e risco, visto que nenhum método anticoncepcional é totalmente seguro. Nem eles, e muito menos os meios “milagrosos” apresentados na internet e por seus amigos. Portanto, se você quer reforçar sua segurança entre quatro paredes, você precisa de mais informações e atitudes corretas, pois em alguns casos, nem a proteção da camisinha é 100% segura. Vamos apresentar aqui, alguns erros comuns que você deve evitar para ter uma relação mais segura e satisfatória.

Coito interrompido: Esse é um dos piores erros cometidos e de baixa eficácia para evitar uma gravidez.

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Além do baixo controle sobre a hora certa de efetuar a retirada, vários ginecologistas já afirmaram que as secreções do órgão genital masculino podem conter espermatozóides, o que pode resultar em uma gravidez indesejada mesmo com uma ejaculação fora.  

Relação durante a menstruação: Mesmo no período menstrual existe o risco de uma gravidez, pois os espermatozóides são capazes de sobreviver durante vários dias dentro do corpo feminino, o que é um perigo, principalmente, se a mulher tiver um ciclo menstrual curto.

Relação íntima em pé: Muitos ainda acreditam que nessa posição, os espermatozóides irão ‘escorregar’ pelas pernas eliminando o perigo de uma possível fecundação com o óvulo. Mas isso não passa realmente só de uma crença, pois nenhuma posição irá aumentar ou diminuir as possibilidades de uma gravidez.

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Tomar antibiótico em paralelo com o anticoncepcional: O uso de antibióticos pode interferir nos efeitos da pílula anticoncepcional, isso porque os antibióticos reduzem os hormônios presentes nelas, que são responsáveis por evitar a gravidez. Um alerta em específico também para o uso de antidepressivos, anticonvulsivos, antifúngicos e corticoides.

Pílula do dia seguinte: O uso constante da pílula do dia seguinte vai deixando seu efeito cada vez mais reduzido, portanto, é um método a ser usado apenas em casos de emergência. #sexualidade #Comportamento #Maternidade