O mais recente recurso médico contra a Aids, que ainda está em fase experimental, produzido por uma equipe de pesquisadores de cinco prestigiadas instituições universitárias do Reino Unido, pode ter revelado a cura definitiva do vírus HIV.

Até o momento houve um caso bem sucedido envolvendo um enfermo da Inglaterra, de quarenta e quatro anos, com identidade não divulgada por razões de segurança e privacidade, que também faz parte de um time de cinquenta de indivíduos soro-positivos, de acordo com o estudiosos.

O coordenador da NIHR, Mark Samuels, disse em nota que eles tentaram pela primeira vez a cura completa da Aids e que o resultado foi avassalador e inacreditavelmente satisfatório.

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Mas ele lembrou que apesar dos resultados, o testes ainda estão no início e ainda há muitos desafios.

Os testes preliminares serão divulgados nos veículos de comunicação em 2018, os medicamentos atuais conseguem apenas evitar que o vírus de espalhe pelo organismo, mas não consegue eliminá- lo por completo e, com isso, o indivíduo contaminado terá que tomar esses antirretrovirais pelo restante de sua vida. Desse jeito, o HIV fica escondido na corrente sanguínea em estado suspenso e não rastreável. 

No primeiro estágio da pesquisa, os voluntários tomam a vacina que auxilia o corpo a identificar as células contaminadas pela Aids. Em seguida, um novo medicamento batizado de Vorinostat estimula a células que contém o HIV em suspensão, para que o sistema de defesa do corpo consiga identificá-los.

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O voluntário curado disse que ingressou nesse projeto pela possibilidade de cura dele mesmo e de outros na mesma situação. E acrescentou que seria maravilhoso se realmente se consumasse, porque o último exame que ele fez aconteceu há 2 semanas atrás e o resultado foi negativo.

Os médicos e pesquisadores enfatizam que os resultados ainda estão na fase piloto. A terapia deu certo em laboratório e realmente há muitas provas de que irá funcionar em pessoas de modo geral. Eles devem manter os testes clínicos durante os próximos cinco anos. Ainda não é recomendável abandonar os contraceptivos e nem mesmo o medicamentos anti-virais.

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