De acordo com o site Science Daily, há seis anos, instituições de pesquisa do Reino Unido criaram um esforço colaborativo para alcançar uma nobre meta: a erradicação do vírus HIV, responsável pela #AIDS.

A iniciativa, idealizada pelo National Office for Clinical Research Infrastructure (NOCRI, ou Serviço Nacional de Infraestrutura de Investigação Clínica, que é parte do National Institute for Health Research - NIHR, ou Instituto Nacional de Pesquisa em Saúde), obteve adesão da Universidade de Oxford, da Universidade College London, do King’s College London, do Imperial College London e da Universidade de Cambridge.

O projeto está começando a dar resultados, pois, finalmente, os cientistas conseguiram elaborar um #Tratamento promissor, que pode ser capaz de destruir definitivamente todos os vestígios do HIV existentes no organismo de um paciente.

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Procedimentos do estudo

Segundo o Science Daily, o esforço conjunto das instituições britânicas recebeu o nome de CHERUB (Collaborative HIV Eradication of Viral Reservoirs: UK BRC, ou Erradicação Colaborativa dos Reservatórios Virais do HIV: UK BRC), sendo uma nova abordagem terapêutica no campo da pesquisa biomédica contra o HIV, reunindo médicos, virologistas, imunologistas, biólogos moleculares e modeladores matemáticos.

Para testar o novo tratamento, os cientistas pretendem recrutar 50 voluntários portadores da forma inativa do HIV – ou seja, pessoas que estejam fazendo o uso da terapia antirretroviral, que interrompe a propagação do vírus. O plano dos pesquisadores é ativar o HIV dormente, de propósito, através de uma enzima conhecida como HDAC, ou histona deacetilase, e então estimular o próprio sistema imunológico dos pacientes a combater a doença que estava "escondida", de forma definitiva.

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Sarah Fidler, professora do Imperial College London, e uma das principais investigadoras do estudo, afirmou que um voluntário já teria completado a intervenção terapêutica, fato que atestaria, inicialmente, tanto a segurança quanto a tolerância da nova técnica.

No entanto, ainda de acordo com o Science Daily, Fidler disse que a pesquisa só será completada em 2018, quando todos os 50 voluntários tiverem passado pelo tratamento. Só então será seguro afirmar se, de fato, o procedimento pode realmente ter algum efeito sobre a cura do HIV. #Medicina