Nem todas as pessoas costumam pensar na velhice. Alguns tendem a não querer pensar nisso, por medo de envelhecer. Mas a única certeza que temos é que isso será inevitável. Mas, e se você soubesse quantos anos no máximo viveria? Isso seria bom ou ruim para você?

Segundo um estudo publicado nesse mês de outubro na revista Nature, analisando a expectativa de vida, a tendência dos seres humanos é de chegar, no máximo, aos 115 anos. A investigação, foi conduzida por Jan Vijg, Brandon Milholland e Xiao Dong, do Albert Einstein College of Medicine (Nova York, Estados Unidos), analisou os dados demográficos de cerca de 40 países, para poder chegar a essa conclusão.

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Desde o século 19, houve um aumento na expectativa média de vida de um ser humano, analisando países e seus dados, descobriu-se que por exemplo, na Suécia, comparando o ano de 1980 e 1990, o máximo de idade pulou de 101 a 108 anos.

Mas como chegar aos 115 anos com plena lucidez?

O geriatra Jarbas Roriz explicou que é possível viver até mais que 115 anos, e com 60% de funcionamento cerebral. Ele explica que, chegando a certa idade, o ser humano tem a tendência de diminuição da cognição, o que acaba causando problemas de memórias, além de desorientação com relação ao tempo, e outro fatores que são genericamente conhecidos como "perda de lucidez".

Quando alguém descobre que tem Alzheimer, sabe-se que a expectativa de vida dessa pessoa é de em média 10 a 15 anos. Ele explica que isso acontece por causa da diminuição da mobilidade, e também por causa das desordens nutricionais e outros problemas relacionados à doença.

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O que fazer para chegar a velhice de forma mais produtiva e lúcida?

Isso, na verdade, depende de cada pessoa. A forma com que ela viveu a vida toda, de como se alimentou, se praticou ou não exercício, se sofreu estresse, é o que irá determinar se ela será mais dependente quando envelhecer. E isso varia de pessoa para a pessoa.

O seu estado emocional também é importante. Quando se aproxima do envelhecimento, a tendência é sofrer depressões, mas que isso está mudando entre os centenários. Segundo o geriatra, a depressão que sentem não é de tristeza, e sim de apatia, da qual se apresenta de formas diferentes, variando de pessoa a pessoa. Segundo ele, isso é o mais frequente nos últimos tempos, pois ninguém ultrapassa os 100 anos se se sentir infeliz com a vida, e isso parte muito do alto astral que a pessoa consegue criar consigo própria. #Dicas #Curiosidades #Saúde