Prepare-se para desfrutar, neste mês, de um fenômeno natural do nosso satélite que só pode ser admirado após uma espera de vários anos.

Em 1948 foi a última vez que a #lua esteve tão perto da Terra e a próxima “superlua” poderá ser vista apenas em 2034.

A data do fenômeno será o dia 14 de novembro, onde a Lua estará até 30% mais brilhante e aparentando estar até 14% maior do que o seu tamanho normal.

Este fenômeno ocorre devido à própria movimentação da Lua. O perigeu é o ponto mais próximo do nosso planeta e quando alcança lugares mais próximos da Terra do que o habitual ficamos diante de uma superlua, que é mais perceptível quando coincide também com a lua cheia.

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Existe um nome folclórico para a lua de novembro, a chamada “lua do castor”. Esse termo surgiu no hemisfério norte onde essa era a época de colocar armadilhas de castor antes que os pântanos congelassem, para garantir o fornecimento de peles para passar o inverno bem aquecido.

No Brasil, o fenômeno vai ocorrer ao meio dia, justamente podendo dificultar a visibilidade, mas mesmo assim não há motivo para se chatear, afinal desde a noite de 13 de novembro já será possível observar o começo do fenômeno que terá o seu apogeu algumas horas depois.

Uma dica para melhorar a qualidade de observação da Lua é escolher um espaço que seja distante dos grandes centros urbanos, ficando longe da poluição, e também da quantidade de luz que atrapalha a observação, sendo um lugar escuro aquele que irá facilitar uma visão mais limpa do nosso querido satélite.

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As consequências de uma superlua nas marés não são tão significativas. Ela contribui sim para o seu aumento, mas não ao ponto de gerar desastres naturais. 

Para os mais supersticiosos, não há com o que se preocupar, pois uma lua cheia (ou nova) e, assim como as superluas de qualquer tipo, não afetam o comportamento humano, tratando-se apenas de um deleite para aqueles que gostam de fazer observações astronômicas e tirar fotos captando esse precioso momento para quem vive na Terra. #Ciência #Astronomia