Para viver intensamente uma relação íntima segura, você deve se preocupar e se certificar de que sempre estará protegida. No entanto, existem situações sexuais em que a pessoa acredita estar completamente segura, quando, na verdade, não está. Abaixo, aprestamos algumas dessas situações que, de acordo Iffath Hoskins, professor de obstetrícia e ginecologia de Nova York, todos devem ter esses conhecimentos e aplicar durante o #sexo a fim de se protegerem de maneira correta.

1 - Sexo oral e #Doenças sexualmente transmissíveis

Alguns preferem ter sexo oral sem preservativo, acreditando que tal ato não carrega a possibilidade de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, mas o fato é que vírus como o HPV e herpes também vivem dentro da boca, e eles podem facilmente ser transmitidos para os órgãos genitais.

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Portanto, os preservativos são necessários.

2 - Olhos e doenças sexualmente transmissíveis

Outra verdade inconveniente que muitos não sabem, é que, se o sêmen do homem atingir os olhos, também surge a possibilidade de contaminação e transmissão de doenças sexualmente transmissíveis. HIV, sífilis e hepatite B e C podem ser transmitidos também por via ocular. Portanto, este é um fator a ser considerado na relação, para evitar o contágio dessa natureza.

3 - Virilha e contágio pelo HPV

Embora você esteja usando um preservativo, se a pele de sua virilha toca a pele da virilha de seu parceiro sexual, pode ocorrer a transmissão do vírus do #papiloma humano em casos haver pequenas feridas na pele (um pequeno corte ou ferimento, um feito ao se barbear ou depilar por exemplo).

4 - Gravidez, regras e relações sexuais desprotegidas

O momento da ovulação é variável e pode acontecer de não coincidir com a época da menstruação.

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Embora sejam bastante rara as chances de engravidar durante a menstruação (inferior a 1%), se prevenir ainda é a maneira mais segura.

5 - Métodos de controle de natalidade não são totalmente seguros

Embora as chances sejam pequenas, existe a possibilidade dos métodos contraceptíveis falharem. As chances de erros são de 1% para o DIU, o patch, pílulas anticoncepcionais, tiro, ou anel vaginal, e cerca de 2 a 3% para diafragma ou preservativo em mau estado de conservação.