Todos os papais e mamães já devem ter sido criticados ao oferecer #Colo para os #Filhos quando estes estão chorando, ou atender prontamente aos pedidos dos bebês.

Na teoria, é muito fácil ignorar o chorinho das crianças, mas, na prática, é muito mais difícil (alguns pais diriam até que é impossível). Aquele pedido de colo e carinho corta o coração e faz com que os pais corram logo em direção aos filhos. Nosso avós e as pessoas mais antigas diriam que eles estão estragando os filhos, mas esse conceito tem caído por água a baixo.

Colo "estraga" o bebê?

Pediatras e especialistas no assunto têm estudado sobre o tema e eles têm entrado em um acordo: O colo não "estraga" o bebê.

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Pesquisadores da área de psicologia da Universidade de Notre Dame divulgaram um #estudo que diz que os adultos que receberam amparo e afeto quando bebês tornaram-se pessoas menos ansiosas e com uma saúde mental mais estável.

O estudo reuniu 600 adultos, que responderam as questões sobre suas primeiras infâncias e sobre suas vidas atuais. Os que afirmaram ter ganhado mais afeto quando bebês e crianças tiveram menos chances de desenvolver problemas psíquicos. A pesquisa ainda mostrou que aqueles que desfrutam da companhia dos pais enquanto crianças, tornam-se adultos mais confiantes e com mais chances de habilidades sociais.

O primeiro ano de vida é essencial e as atitudes dos pais durante essa fase influencia no cérebro dos filhos. Aqueles que recebem carinho, abraço e o toque dos pais, tornam-se mais confiantes quando adultos, enquanto aqueles que receberam menos contato e menos afeto têm mais chance de tornarem-se estressados na vida adulta.

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A ideia de que o colo "estraga" as crianças vem das crenças de pessoas que não entendem sobre o assunto e não conhecem os principais princípios psicoemocionais do desenvolvimento infantil logo nos primeiros dois anos.

A dica então é: desfrute de mais tempo com o seus filhos, dividindo de uma companhia de qualidade, com muito amor, carinho, atenção e companheirismo.

Lembre-se: ter filhos é um trabalho que exige muito dos pais e vai muito além de oferecer bens materiais, mas de oferecer atenção e afeto.