A gravidez é um dos momentos mais esperados da vida de muitas mulheres. Chega uma fase da vida em que a necessidade do materno aflora e muitas mulheres que desejam esse momento, ao se aproximarem dos trinta anos, começam a se preocupar com a gravidez. Nessa fase da vida muitas mulheres, mesmo com inúmeros projetos pra serem postos em prática, sentem a necessidade de pausá-los para que a tão sonhada gravidez não seja mais adiada. Isso se dá por inúmeras questões, e uma delas é a fertilidade feminina, que com o passar do tempo tende a reduzir, por isso a urgência em engravidar antes dos quarenta anos.

Três sinais de depressão pós parto

Sonhar com a gravidez é encantador, descobrir que está gravida é mágico.

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O que muitas mulheres não sabem é que todas as mudanças pelas quais ela passará poderão, em alguns casos, tornar a tão sonhada gestação em um período de turbulência. Estar atenta às sensações, aos sentimentos e às emoções nesse momento é fundamental. É importante que a mulher realmente externe o que ela sente de fato. É possível identificar alguns sinais que podem ser previamente cuidados para se evitar uma depressão pós-parto.

1. "Não posso mais viver": apesar de sonhar com a gravidez, nem todas as mulheres engravidam no melhor momento da vida. Em alguns casos, a gravidez que é esperada chega em um momento inesperado e tende a revirar a cabeça do casal, principalmente a da mulher. Algumas mulheres acreditam que o bebê exige muito do seu tempo e não se sentem felizes em ter toda sua vida voltada para aquela criança.

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Sentem como se não pudessem mais ser quem eram antes, e o que para muitas é uma fase incrível, para outras vira um pesadelo.

2. Insatisfação constante com o corpo: é fato que o corpo é um dos mais afetados pela gestação, porém algumas mulheres conseguem superar essa perda do corpo de antes, através do amor sentido ao olhar o presente que recebeu, o filho. Porém muitas mulheres passam a considerar a pequena criança como a causadora de um problema. Tal comportamento pode ser facilmente percebido no discurso da mãe, e dialogar sobre isso é válido, para que esse sentimento não se agrave e se transforme em algo mais sério.

3. "Cadê meu bebê?": O terceiro tópico é uma contradição, pois enquanto algumas mulheres sofrem pelas mudanças causadas no corpo durante a gestação e após o nascimento do bebê, outras sofrem pela retirada do filho. Ao terem o filho nos braços e não mais no ventre, muitas mulheres sentem isso como uma perda, pois acreditam que seus braços não são suficientes para proteger seu filho. É como se tivessem lhe tirado um pedaço. Tal sentimento, quando não superado, pode trazer consequências complexas.

A depressão pós-parto não significa que a mãe não ame seu filho, e sim que ela precisa de apoio, amor e cuidado para "re-significar" esse momento em sua vida. #pósparto #depressão pós parto