Em análise ao período de 200 dias em atividade de combate ao Aedes aegypti, o representante do Ministério da Saúde, Ricardo Barros, informou na manhã desta segunda-feira (26) que a luta no combate ao mosquito transmissor da #Dengue representará um grande desafio no próximo ano para o setor da saúde em todo o país. Espera-se terminar este ano com novos casos da febre chikungunya em 627%. Ele falou novamente que a questão é muito séria, devido à presença do mosquito transmissor do vírus estar presente em todo o mundo, tendo deflagrado com uma epidemia de dengue zica e chikungunya.

“Cada indivíduo tem a responsabilidade de combater o mosquito.

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Não existe instituição Pública capaz de se fazer presente em todos os cantos destruindo todos os focos ao mesmo tempo” ressaltou.

Segundo o ministro, o governo tinha a previsão de ainda esse mês repassar os 484 mil protetores para as mulheres grávidas cadastradas no programa de renda familiar, mas devido à demora na aquisição dos repelentes pelo Ministério da Saúde, não foi possível cumprir o tempo determinado.

”Lamentamos a parte burocrática mais uma vez nos atrasou” retrucou Ricardo Barros.

Conforme o ministro, mesmo tendo economizado um valor de 128 milhões de reais e adquirido produtos com maior eficiência e durabilidade na aplicabilidade, não há previsão de serem entregues. Segundo informações, mesmo tendo passado pelo processo de licitação, é necessário esperar o prazo determinado, pois se houver algum questionamento de outra concorrente, isso deve levar ainda mais tempo.

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Somente quando terminar o prazo desses pedidos de recursos pode-se iniciar a liberação dos repelentes. No período de 15 dias, deve-se entregar os repelentes, porém é preciso o contrato já estar assinado pela vencedora da licitação.

A esperança no próximo ano é de que haja um médio controle nos casos de transmissão de Zika e dengue, apesar do aumento de registros de chikungunya. Foi identificado com as pesquisas de informações no período de dezembro uma diminuição de 9,1% das notificações de dengue resultando em 1,4 milhão de casos no geral, além de 211 770 registros de zika (estes casos não foram analisados pelo teste) e 263 589 casos avaliados da doença chikungunya.

No mês de outubro do ano passado, foram registradas 2 289 notificações de contaminação por microcefalia no país e, em 12 meses, ocorreu um recuo em 86% das crianças nascidas com microcefalia.

“Controlamos. O medo alertou o povo fazendo com que se cuidassem” informou o ministro.

Ainda sobre a questão saúde, o governo federal adquiriu 3,5 milhões exames rápidos para zika.

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Este exame permite conhecer em período de 20 minutos o estado do paciente se tem o vírus ou já foi contaminado. Além das atividades voltadas para combater essa virologia, foram investidos um total de R$ 10 milhões de reais na obtenção da vacina de proteção dessa enfermidade pelo Instituto Evandro Chagas em colaboração com a Universidade do Texas. Além de mais R$ 11 milhões de reais para pesquisa que levem a desenvolver a vacina contra a zica pela Fiocruz e outros 100 milhões de reais para a descoberta da vacina contra a dengue no laboratório do Instituto Butantan. #sistema de saúde #Zika Vírus