Segundo estudos, as pessoas que ingeriam mais vezes café ao dia desenvolveram menor capacidade de morte por câncer na boca e na garganta, diferentemente daquelas que tomavam café de vez em quando ou não tomavam. A informação partiu da Sociedade Americana contra o Câncer (ACS), em um estudo divulgado em dezembro de 2012.

Em todo Brasil, o café, além de conhecido é muito consumido. Em sua essência existe substâncias em grande variedade que combatem os radicais livres que existem na biologia humana. Esses antioxidantes trabalham na manutenção do corpo contra as células #cancerígenas, ressaltou a pesquisadora Janet Hildebrand.

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De acordo com a dados, a ocorrência de câncer de boca e faringe não é normal nos Estado Unidos, porém, ele se encontra na lista das doenças mais comum do mundo. A descoberta sustenta a comprovação dos efeitos mais próximos de defesa do avanço das células do câncer bucal. Diante disso ainda são necessários mais estudos para saber se o consumo em maior quantidade pode mesmo melhorar os efeitos prévios registrado no estudo.

Acredita-se que são 40.250 novos casos, com morte de pelo menos 7.850, ocasionado pelo desenvolvimento do câncer de boca e garganta diagnosticado até o ano de 2012 nos Estados Unidos. Os indivíduos do sexo masculino são mais tendentes do que as mulheres a desenvolver a #Doença, na maioria dos casos sãos os primeiros a chegar a óbito quando estão com câncer em sua laringe.

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A avaliação realizada pela Sociedade Americana contra o câncer foi bem extensa, analisando 868 casos considerados irreversíveis de câncer de boca/faringe desenvolvidos no decorrer de 26 anos.

Estudiosos evidenciaram que a ingestão contínua de mais de 4 xícaras de café, diariamente, estava ligada com 49% a menos no risco de morrer de câncer de boca e faringe quando se comparada a aqueles que consumiam de vez em quando ou por alguma ocasião uma dose de café. Registros ainda indicam resultados parecidos para indivíduos que consumiam a bebida descafeinada, no entanto, ainda assim foi considerado bom. Além de teste com chás não comprovarem nada relativo ao o efeito contido no café.

A conclusão do estudo foi evidenciada por vários especialistas como os cientistas associados ao programa de pesquisa em epidemiologia da Sociedade Americana de Câncer, do departamento de Otorrinolaringologia-cirurgia de cabeça de pescoço da Universidade Emory e do Departamento de Medicina Ambiental do centro Médico da Universidade de Nova York. O patrocínio vem da ACS que cria e faz manutenção e atualização do grupo do Estudo de Prevenção do Câncer II. #Café