O medo é um sentimento que, para algumas pessoas, se torna um verdadeiro obstáculo. O controle é praticamente impossível e faz com que a pessoa, muitas vezes, tenha verdadeiros ‘ataques’ de pânico. Medo de viajar de avião, contato com insetos, altura e locais fechados são campeões entre estes ‘sofredores, porém um outro vem ganhando espaço e já ocupa entre 3,5% a 10% da população, se trata da ‘#Aicmofobia’, ou seja, o medo de tomar injeções.

Especialistas concluíram, que se trata de algo tão irracional, que pode desencadear um quadro de ansiedade tão grave, capaz de afetar a vida profissional, familiar e social do indivíduo.

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Constantemente vídeos são compartilhados no WhatsApp, redes sociais e no Youtube, com cenas do mais real e total desespero de pessoas que sofrem com a fobia. Estes vídeos viralizam e são alvos de piadas quando, na verdade, existe uma situação séria, que exige um diagnóstico de um profissional da área de saúde, que consiga fazer um tratamento adequado, para que o paciente posso controlar o pânico, e então ter uma melhor qualidade de vida.

Confira um exemplo típico de Aicmofobia em um homem adulto:

As causas deste problema podem ser proveniente de inúmeras coisas, entre elas traumas na infância, com memórias dolorosas, ou até mesmo a super proteção, onde alertas como: “Cuidado com agulhas, elas podem te infectar com doenças graves”, podem causar o efeito de um pavoroso ‘bicho papão’.

Saber diferenciar a fobia de uma sensação ruim ligada a dor, é importante na hora do diagnóstico.

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Os principais sintomas da doença são: coração acelerado, tensão arterial, respiração ofegante ou falta de ar, visão turva, sensação de desmaio, pensar em coisas como a morte ou imagens de muitas agulhas entre outras.

O tratamento adequado pode fazer o paciente superar gradualmente esta fobia, um deles considerado polêmico, é a exposição repetitiva de agulhas, o nome desta técnica é ‘dessensibilização’. Terapia e autoajuda podem ser aliadas poderosas, ajudando a se livrar dos pensamentos negativos que ocasionam o pavor. Outra opção bem procurada é a terapia cognitiva comportamental, onde o paciente escreve seus medos, na perspectiva de modificar o modo de sentir o pânico em algo positivo. #Fobia de agulhas #YouTube