Um grupo de cientistas do Brasil e dos EUA está analisando amostras de pacientes da #Doença misteriosa e de peixes consumidos por eles para tentar chegar ao real motivo da doença, que tem causado medo nos baianos.

A doença, até então misteriosa, teve início a mais ou menos um mês atrás, e inicialmente teria atingindo um grupo de 52 pessoas em Salvador. A doença ainda é um #mistério para todos e está sendo investigada. A enfermidade que está assustando todo mundo, principalmente nesta região do país, tem como principais sintomas: dores musculares muito fortes e deixa a urina preta e, em alguns casos, também apareceu suor excessivo.

Publicidade
Publicidade

Todos os pacientes tiveram elevações significativas na dosagem da enzima muscular cretinofosfoquinase (CPK), o que compromete a função renal. Até agora já foram dois óbitos de pessoas com suspeita do problema.

As dúvidas sobre os diagnósticos ainda são muitas, pois, inicialmente, alguns infectologistas estavam acreditando se tratar de uma doença causada pelo consumo do peixe, só que logo foi descartada essa possibilidade já que apenas dois terços das pessoas que tiveram os sintomas consumiram o alimento antes do aparecimento dos sintomas.

Também existe a possibilidade do surto ter sido causado por um vírus, o Paraechovirus. Este já causou surtos em outros países como Japão e Dinamarca. A forma de contaminação seria por respiração, saliva ou contato com alguém já infectado. Também tem algumas chances de a contaminação ser feita por uma bactéria, essa é menos provável, mas não está descartada.

Publicidade

Como ainda não se sabe as causas da doença, o que dificulta o tratamento adequado, pessoas infectadas estão sendo orientadas apenas a se manterem bastante hidratadas entre 48 e 72 horas, e também está proibido o uso de anti-inflamatórios.

Há vários laboratórios envolvidos nas pesquisas para achar as possíveis causas da doença. Amostras de pessoas infectadas estão sendo analisadas, mas ainda não há nada de concreto sobre a doença, pesquisas estão sendo feitas também com amostras de água da região. #2017