Estudos científicos atuais revelam que não existe uma correlação lógica entre o consumo cotidiano de ovos e o surgimento de enfermidades do sistema cardiovascular.

O ovo é o vilão ou herói da nossa alimentação ?

Durante muito tempo, o #ovo foi considerado um alimento perigoso, caso fosse ingerido constantemente, causaria danos ao organismo humano, dentre eles a arteriosclerose, em razão da alta concentração do colesterol, gordura, que supostamente entupiria as artérias, impedindo o fluxo normal do sangue para o coração, causando o infarto do miocárdio ou, no caso do cérebro, ocasionando o derrame cerebral.

O conceituado médico cardiologista e nutrólogo brasileiro, Dr.

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Lair Ribeiro, em palestras, seminários, entrevistas nos meios de comunicação e pela internet, tem desmistificado os falsos argumentos de que o ovo aumentaria o colesterol, revelando uma experiência realizada na Universidade de Harvard, com estudantes de Medicina que comeram vinte e cinco ovos por dia durante três meses, que resultou no decréscimo das taxas de colesterol sanguíneo dos alunos daquela instituição de ensino superior.

Da mesma forma, enumera diversas outras vantagens do ovo, como alimento, declarando que a antiga alegação de que traria malefícios ao sistema cardiovascular humano, não passa de um mito médico, sem nenhuma fundamentação científica.

Outra nova pesquisa publicada no periódico norte-americano Journal of the American College of Nutrition, realizada por um grupo de pesquisadores liderada pelo Dr.

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Dominik Alexander, do Instituto EpidStat, em Ann Arbor, Michigan, analisou o produto final de sete estudos sobre os efeitos do consumo de ovos na #saúde cardiovascular e concluiu que o consumo de um ovo por dia reduziria o risco de acidente vascular cerebral em até 12%, ou seja também desmente a fama de vilão do ovo.

O ovo é um alimento de um potencial nutritivo inestimável, possui vitaminas, sais minerais, proteínas e enzimas de alto valor biológico, que blindam o corpo de uma gama enorme de doenças, além da hipercolesterolemia e do acidente vascular cerebral, pois já existem evidências científicas apontando sua função protetora contra a hipertensão, diabetes, degeneração macular e obesidade.

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