Vale frisar que a contracepção ou anticoncepção é quando o casal, ou um dos dois, adota técnicas contraceptivas no único intuito de evitar que a mulher engravide. Cada método #anticoncepcional tem as suas vantagens e desvantagens sob o ponto de vista médico científico, cabendo aos parceiros uma análise detalhada sobre cada um, para assim poder descobrir juntos qual é a melhor escolha para ambos. Por outro lado, nos últimos dias a Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária suspendeu sem maiores explicações o “Sistema Essure”, que é um anticoncepcional de caráter permanente, o qual foi registrado legalmente pela empresa Commed Produtos Hospitalares e na seqüência sendo produzido pelo grupo multinacional alemão Bayer.

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A Anvisa somente explicou que por meio de meio de seus estudos e com os resultados baseados em relatórios com dados técnicos e científicos, a agência concluiu que o método contraceptivo em questão detém a probabilidade de causar oscilações indesejáveis no processo biológico de sangramento da menstruação, dores crônicas, o objeto pode perfurar o local onde se encontra migrando para outras partes do corpo, causa sensibilidade em demasia na paciente e até a tão indesejada gravidez, justamente para quem está querendo evitar, ou seja, o Essure foi catalogado como apresentando risco máximo.

Assim, após o pronunciamento oficial da Anvisa, todas as etapas de comercialização do anticoncepcional ficam proibidas em todo o Brasil, a saber, o ato de importá-lo, utilizá-lo e comercializá-lo.

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Funcionamento do Essure

O objeto composto de titânio, níquel e fibras de poliéster, sem nenhum hormônio, é instalado de forma definitiva nas trompas femininas e, conforme a plataforma legal do anticoncepcional, após ser inserido no corpo da mulher, atua como se fosse um obstáculo natural, impedindo que os espermatozoides cheguem ao seu destino final que são as células sexuais femininas (óvulos), não ocorrendo a concepção de uma nova vida.

O que fala a empresa que registrou o produto

Por meio dos jornalistas responsáveis pelo contato com o público e pacientes consumidores, a empresa Commed disse a Exame.com, portal de notícias reconhecido nacionalmente, uma resposta do tipo padrão e que ainda está tentando entender quais são as reais causas que promoveram a proibição do anticoncepcional permanente. #Mulher #Saúde