Em uma recente decisão, uma das associações médicas de pediatria dos Estados Unidos da América publicou uma declaração em que dizia não concordar com as propostas defendidas pela ideologia de gênero.

O grupo American College of Pediatricians assevera que educadores e parlamentares devem considerar improcedentes métodos que permitam crianças que nasceram com gênero determinado considerem normal “uma vida que personifique química e cirurgicamente o sexo oposto”. Ainda afirmam que “os fatos, não a ideologia, é que determinam a realidade”.

Assim, a equipe de #Médicos defende que crianças não podem optar por personificar o gênero que possuem, pois segundo nota emitida pelos médicos da associação, uma ideologia não tem poder de fixar a realidade.

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De acordo com o exposto pela associação:

a) Os gêneros que existem são “XY” e “XX” (homem e mulher), pois segundo afirmam, a sexualidade humana apresenta como característica o fato de ser biológica binária objetiva, consideram os gêneros masculino e feminino como marcadores genéticos saudáveis. Ou seja, afirmam que existe somente gênero masculino ou feminino. Acreditam que a sexualidade humana apresenta como maior finalidade a reprodução e perpetuação da espécie. Consideram que a feminilização testicular assim como a hiperplasia adrenal congênita são desordens consideradas raras que impedem o desenvolvimento sexual, sendo reconhecidos como desordens da formação humana.

b) O estudo afirma que as pessoas já nascem com um sexo biológico, ou seja, o gênero não pode ser classificado como um conceito biologicamente objetivo, entretanto, pode ser classificado como conceito sociológico e psicológico.

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c) Consideram que existe disforia de gênero quando crianças sofrem do transtorno de identidade de gênero, ocorrendo quando não se veem da forma que nasceram.

d) O bloqueio de injeção de hormônios no período da puberdade pode ocasionar perigo na medida em que induzem para um estado de enfermidade, pois impedem o desenvolvimento sexual além da fertilidade.

e) Tendo em conta o Manual Diagnóstico e Estatístico, observa-se que 98% dos meninos e 88% das meninas duvidosos quanto ao próprio gênero, quando terminam o período da puberdade, aceitam o gênero em que nasceram.

Com isso, a associação tem afirmado que a #ideologia de gênero não apresenta fundamento biológico, haja vista que defende algo contrário ao que consta nas regras sobre sexualidade humana.