Todos os anos temos noticias sobre catástrofes ou o fim do mundo, gerando ansiedade nas pessoas. Dessa vez, não foi diferente. Recentemente falou-se muito da história do “Asteroide #2017”, um asteroide, que segundo o astrônomo russo Dyomin Damir Zakharovich, deixou o Sistema Nibiru em outubro o passado e irá colidir com a Terra no próximo dia 16, provocando enormes tsunamis e a extinção da humanidade.

- Fatos sobre o asteroide

O nome do asteroide é 2016WF9, foi descoberto pela Nasa no ano passado, e, apesar dos discursos contrários, a agência espacial norte-americana afirma que não oferece riscos ao nosso planeta.

Ele é escuro e emite pouca luz, tem cerca de 1 km de diâmetro e deve passar a 51 milhões de km de distância da terra, uma distância longa, sendo que a distância da Terra até a Lua é em torno de 384 mil km.

Publicidade
Publicidade

- Devemos nos preocupar?

Apesar de toda a comoção dos internautas, notícias e vídeos sobre o assunto, a Nasa conhece bem a trajetória do asteroide e afirma que ele não será uma ameaça à Terra pelos próximos milhares de anos. E como dito, o 2016WF9 irá passar longe da Terra e não irá causar qualquer problema. Mesmo que ele colidisse com o nosso planeta, vale lembrar que o asteroide que dizimou os dinossauros teria pelo menos 10 km de diâmetro, ou seja, não será dessa vez que haverá a extinção da humanidade.

Vale lembrar que não existe nenhuma comprovação cientifica da existência de um sistema solar com o nome de Nibiru, ou mesmo algum planeta que leva esse nome.

- Conclusão

Muitas pessoas saem disseminando informações sem ao menos pesquisar antes, muitos até compartilham essas notícias de forma inocente, acreditando que de fato algo está para acontecer.

Publicidade

Sabendo disso, muitas pessoas se aproveitam de certas situações para aparecem na mídia ou criarem teorias conspiratórias sobre o assunto.

Basta analisar o passado e ver quantas vezes foi anunciado que o mundo iria acabar. Muitos argumentam dizendo que a Nasa esconde os fatos para não causar pânico ou até mesmo nos controlar. Porém, vale ressaltar que a Nasa não é o único a estudar o universo, aqui mesmo no Brasil temos a SAB (Sociedade Astronômica Brasileira) e muitas outros órgãos e agências espalhadas pelo mundo. #Ciência #Astronomia