Há uma frase bastante comum na língua portuguesa que revela a relação de amor e defesa que os pais, comumente, adotam em relação à sua prole, que é: “mexa comigo, mas não mexa com meus filhos”, ou seja, independente do que magoa um filho, os pais logo ficam do lado do mesmo no intuito de protegê-los, mesmo que para isso precisem de uma dose extra de esforço ou abnegação. É exatamente o que está acontecendo, por exemplo, com um casal da cidade de Estância Velha, situada no Estado do Rio Grande do Sul, que apesar do período emocional extremamente complicado que têm passado no que diz respeito à sobrevivência de sua bebê de 3 meses, tanto o pai quanto a mãe estão empenhados em conseguir através de uma campanha na internet, a soma de R$ 100 mil.

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Tudo para que a pequenina Isadora Führ, que veio ao mundo com uma patologia congênita denominada encefalocele, que nada mais é do que uma malformação, em que uma porção do cérebro fica alojada do lado externo da caixa craniana em uma espécie de “bolsa”.

“Quero salvar minha filha. Ela é uma #criança especial, que precisa de cuidados especiais”, diz a jovem Natália Führ, de 22 anos de idade e mãe pela 1ª vez, justamente da garotinha Isadora. Em tom comovente, Natália revelou que foi iniciada uma campanha virtual no último dia 11 de fevereiro, cujo valor arrecadado até o presente momento não passa dos R$ 5 mil; entretanto, somente o tratamento cirúrgico inicial de Isadora em São Paulo custará R$ 100 mil e ainda haverão despesas com alimentação, transporte e estadia.

A gauchinha nasceu em 16 de novembro do ano passado por meio de uma gravidez de alto risco da mãe, no #Hospital Materno Infantil Presidente Vargas, localizado na capital do Rio Grande do Sul.

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Vale frisar de que a partir dos primeiros momentos de vida da nenêm, ela já foi parar na UTI - Unidade de Terapia Intensiva, permanecendo 37 dias internada em condições que de fato inspiraram cuidado extremo; todavia, Isadora foi liberada e já está em casa.

A anomalia que pode chocar as pessoas mais sensíveis, está na situação de que uma porção do cérebro da menina fica para fora do crânio, mais especificamente em uma bolsa preenchida com um líquido, gerando apreensão e insegurança nos familiares, pois a cabeça da criança tem a necessidade de ser constantemente muito bem monitorada, até mesmo para que não seja acometida por uma bactéria oportunista.

Tão logo Isadora nasceu, os médicos disseram que era muito arriscado promover uma cirurgia de caráter reparador, porém, a mãe da bebê frisa que quanto mais rápido for feito o procedimento cirúrgico, a chance de problemas é minimizada, uma vez que a menina já está colocando as mãos na cabeça e se arranha. Um médico neurocirurgião de São Paulo se dispôs a operar a criança e, inclusive, conforme informações de Natália, vem auxiliando os pais da bebê a conseguir um hospital em que a cirurgia possa ser feita com custos reduzidos.

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Natália e o esposo Guilherme Führ, que tem 25 anos de idade, se revezam na rotina diária de cuidados com Isadora, mas a necessidade da sobrevivência de todos os envolvidos nessa triste história, ao menos até agora, faz com que o pai, que é autônomo, trabalhe a fim de sustentar a todos.

Ninguém gostaria de estar atravessando um momento difícil como este com um ente querido, ainda mais um filho recém-nascido e, por isso, todos aqueles que se interessarem em ajudar o casal no tratamento da criança, podem fazê-lo por meio do site da campanha que luta pela vida da linda e doce Isadora. #Saúde