Há historiadores que afirmam que por volta de 5.000 a.C., nas regiões do Egito e do Iraque, a prática da fermentação da #Cerveja teria sido iniciada. Acrescentam ainda outros estudos que ela teria surgido ao acaso há aproximadamente 8.000 anos naquela região da Mesopotâmia, a partir de uma receita errada de pão, quando por acidente um pouco de água fora lançado à massa, alterando completamente a receita.

Mais tarde, em 1516, na Alemanha, é promulgada a chamada Lei da Pureza, que regulamentava os três únicos ingredientes para compor a cerveja: o malte, o lúpulo e a água. O fermento, que não constava naquela lista, teria sido obtido com a utilização do resto das produções anteriores nas misturas seguintes, resultando em fermentação e, assim, produzido o álcool e a espuma.

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O fato é que, seguindo ou não esta tradicional receita, a boa cerveja para o consumo prazeroso tem sua qualidade dependente de três aspectos importantes: os ingredientes, o cuidados e talento do cervejeiro e os equipamentos utilizados. Suas qualidades nutricionais, com todas as controvérsias que as ciências animam, também são objeto dos mais variados estudos, mas sempre com a recomendação de seu consumo moderada para oferecer, dentro de seus limites, benefícios à #Saúde.

Foram a partir de recentes estudos da incansável busca das ciências por soluções para a boa saúde, e até para a cura de males que afligem a humanidade, que vem sendo anunciada a descoberta de uma qualidade bastante interessantes nesta bebida. A cientista Judy L. Bolton, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, e sua equipe, têm realizado pesquisa que identifica a eficácia do lúpulo em beneficiar na prevenção do câncer de mama em mulheres que entraram em menopausa e estão sob tratamento de reposição hormonal.

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O lúpulo – uma flor seca extraída da planta que tem o mesmo nome – e seus derivados, já são conhecidos por agirem como antibiótico natural, além de apresentarem, quando compõem a cerveja, outras propriedades medicinais por deixá-la livre de micro-organismos patogênicos, possuir compostos com ação anti-inflamatória, sedativos que ajudam a combater o estresse e a induzir o sono, além de flavonoides, que têm ação antioxidante.

Os testes desta pesquisa científica apontaram que o lúpulo contém ingredientes que agem sobre o estrogênio e aumentam a taxa de seu metabolismo, o que reduziria os riscos dessa doença que compromete a saúde de tantas mulheres, pois a planta ativa substâncias químicas inibidoras do desenvolvimento do tumor. #2017