Conforme o psiquiatra da Universidade da Virgínia (#EUA), Dr. Jim Tucker, a reencarnação é real. Segundo ele, a consciência (ou mente) é a energia presente em nossos corpos, e quando morremos ela é liberada e pode ocupar um novo hospedeiro.

Apesar da mente ser um enigma para os cientistas, o pesquisador explica que a reencarnação é possível devido ao fato dela ser uma energia a nível quântico, contida em nosso corpo, e não uma parte dele.

De acordo com o jornal britânico Express, depois de entrevistar 2.500 crianças que diziam ter noção da reencarnação, Tucker notou que elas apresentavam lembranças de existências regressas.

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Em outros casos, os menores exibiam cicatrizes ou marcas de nascença idênticas às pessoas que eles alegavam terem sido numa vida passada.

Embora o conceito elaborado pelo psiquiatra pareça inédito, cientistas envolvidos com a mecânica quântica já diziam que a morte não elimina a mente.

Segundo o estudioso, intelectuais influentes no meio acadêmico observaram a discrepância entre consciência e corpo material.

"Alguns cientistas de renome no passado, como Max Planck, que é o pai da teoria quântica, disse que ele via a consciência como fundamental e que a matéria foi derivada dela”, comenta.

Na interpretação do Dr. Jim Tucker, a mente não depende de um cérebro para sobreviver, ela continua a existir mesmo após a morte física.

Depois de 15 anos estudando crianças supostamente detentoras de recordações de vidas passadas, o psiquiatra concluiu que a consciência de um indivíduo morto, dispersa no cosmos, gera memórias da existência anterior quando habita um novo corpo.

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EM ALGUM LUGAR DO PASSADO

Um caso interessante citado pelo pesquisador é o do jovem James Leninger. Ele recorda que na época da entrevista, o garoto de apenas dois anos de idade, obcecado por aviões de brinquedo, começou a sonhar que estava envolvido num acidente aéreo.

Tucker conta que o menor dizia ter sido um piloto de avião, e que quando questionado pelo pai sobre o nome usado na vida passada, disse se chamar Natoma.

Ele ainda ressaltou que os japoneses derrubaram sua aeronave e que havia morrido em Iwo Jima. Além disso, também acentuou ter um amigo chamado Jack Larsen.

Ao investigar detalhes da Segunda Guerra Mundial, o estudioso verificou a existência de um porta-aviões na época, chamado USS Natoma Bay, que estava ancorado no Pacífico. “Na verdade, ele estava envolvido em Iwo Jima”, destaca.

Também descobriu que o amigo do menor existiu de verdade. “E perdeu um piloto lá, um jovem chamado James Huston. O avião de James Huston caiu exatamente do jeito que James Leininger descrevera - atingido no motor, explodindo em fogo, caindo na água e afundando rapidamente”, disse.

Abaixo, vejo o vídeo (em inglês) do psiquiatra explicando detalhes do trabalho exercido com as crianças.

#Mídia #Curiosidades