"Chell", como era conhecida no mundo do vôlei de praia, notou uma mancha diferente no nariz e procurou um dermatologista, que a diagnosticou com câncer de pele. A ex-jogadora de vôlei, que passou 14 anos de sua vida jogando nas areias das praias, sempre teve cuidado com a pele, mas parece que não foi suficiente. A mancha crescia lentamente, quase imperceptível e somente um exame pôde detectar o câncer, além dessa, outras manchas surgiram no corpo da brasiliense, de 38 anos, levando-a a iniciar imediatamente o tratamento contra o câncer de pele.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, em 2016, surgiram cerca de 200 mil novos casos no Brasil.

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Além disso, alerta que o câncer de pele, se não for tratado a tempo, pode levar à morte. Chell está respondendo bem ao tratamento e aproveita para alertar as pessoas mais jovens, que se expõem com frequência ao sol. O importante não é só passar o protetor solar e sim a reposição há cada duas horas é fundamental, explica Chell, dizendo que os jogadores são muito alertados sobre essa proteção, mas, na correria, dos jogos acabava esquecendo. Ela relata que foram 14 anos exposta a temperaturas altíssimas e só dois anos depois é que o problema se apresentou. "Estou pagando um preço caro e faço um alerta para que todos se cuidem e não esqueçam de se proteger", pediu a ex-jogadora.

O câncer de pele que acometeu a ex-jogadora é do tipo mais frequente no Brasil, carcinoma basocelular, quando tratado a tempo, não chega a ser mortal.

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Hoje, a ex-atleta já teve boa parte das manchas retiradas e as próximas a serem retiradas ficam em uma de suas pernas. Chell conta, aliviada, que o procedimento está sendo feito em consultório médico, mas sem que seja necessário cirurgia. Emocionada, diz que nem gosta de lembrar quando viu seu primeiro exame dizendo que estava com câncer. "É uma palavra muito forte", lembra que sentiu medo de morrer. Ela se aposentou em 2014.

Vale lembrar que existem outros tipos de câncer de pele bem mais agressivos e que, se não cuidados a tempo, geralmente levam à morte, como: carcinoma espinocelular (sinais com a forma de um nó e que formam uma casquinha) e o melanoma maligno (uma mancha escura que vai mudando de formato com o passar do tempo), este último é o mais grave e deve ser avaliado imediatamente. #verão #Saúde