Um grupo de pesquisadores da Universidade de Dundee, no Reino Unido, devolveu a forma original do rosto de um #Homem escocês morto há 1.400 anos. A ossada foi encontrada em uma gruta na península de Ilha Negra, na Escócia.

O período datado foi feito por um grupo de pesquisadores que deram a entender que o homem tenha sido morto entre 430 e 630 d.C., período de grande influência da cultura picto na Escócia. No momento em que os arqueólogos o acharam, estava sepultado de pernas cruzadas e enormes pedras seguravam suas pernas e braços.

O crânio mostrava pelo menos cinco marcas de colisão, que apontavam uma morte cruel. Através de um trabalho minucioso de reconstrução facial com tecnologia 3D, os pesquisadores construíram imagens de como ele seria se tivesse vida.

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O resultado foi que as imagens estouraram nas redes sociais nesta segunda-feira (20), viralizando entre usuários que acharam o esqueleto, transformado em homem, “bonito”. Alguns até mostraram seu lado humorístico com a publicação, rotulando o esqueleto, já transformado, em “defunto gato”.

Pormenorizando a ossada e demais materiais encontrados na caverna, os especialistas esperam entender como esses velhos grupos conviviam e qual é a relevância arqueológica e histórica daqueles locais para a sua cultura.

A beleza do homem

Com o objetivo de entender como era a forma do homem #antigo quando ele vivia, os pesquisadores disponibilizaram de um software que transforma o rosto parte por parte, além da pele e dos músculos, de acordo com imagens digitalizadas do esqueleto. Depois da transformação, os cientistas ficaram impressionados com a foto.

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Ela apresentou um jovem rapaz de cabelos grandes e ondulados, uma barba espessa e poucas manchas no rosto. As fotos percorreram as redes sociais e alguns internautas ainda o denominaram como “atraente”.

A morte

O jovem passou por, no mínimo, cinco pancadas no crânio. Segundo os pesquisadores, a primeira pancada alcançou sua boca pelo lado direito, destroçando um dente.

A segunda destruiu sua mandíbula pelo lado esquerdo, levando-o ao chão em um material sólido, certamente uma pedra, e a consequência foi uma terceira fratura. A quarta pancada ultrapassou seu crânio de um lado ao outro e a quinta, que deixou o maior ferimento, atingiu bem o centro da cabeça.