A #Nasa (National Aeronautics and Space Administration, em português Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço) fez um anúncio que deixou estarrecida a comunidade internacional. Nesta quarta-feira, 22 de fevereiro, a agência americana informou a descoberta de um sistema solar que, aparentemente é tão complexo quanto o nosso!

Esta foi a primeira vez que a NASA afirma ter identificado um sistema solar que contém sete planetas muito parecidos com a Terra. Como se tal informação não fosse suficiente para alegrar cientistas e entusiastas por estudos do #Universo, ainda foi declarado que três dos sete planetas se encontram na chamada ‘zona habitável’, o que pode significar que tais planetas contenham água e até mesmo vida!

Localizado a uma distância de 39 anos-luz, cerca de 370,5 trilhões de quilômetros, o novo sistema possui uma estrela muito semelhante ao nosso Sol, a Trappist-1.

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Graças a observações, é plausível afirmar que alguns dos planetas contenham oxigênio em sua atmosfera, o que em tese pode significar que organismos poderiam existir naqueles locais. Porém, a NASA ainda declarou que é muito cedo para afirmar que tais planetas possui vida como nós conhecemos na Terra, já que para isso é preciso confirmar a presença de outros gases essenciais a evolução e manutenção da vida, como o metano e ozônio.

Qual a importância da descoberta

Para muitos, o anúncio feito pela NASA não significa muita coisa, porém, quando falamos em termos de conhecimento humano, precisamos nos recordar da famosa frase dita por Neil Armstrong, o primeiro terrestre a pisar na superfície lunar: "Este é um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade".

Além de tornar evidente o quanto a tecnologia criada por nossa espécie pode fazer descobertas incríveis, o anúncio também pode ser um primeiro passo para uma das perguntas mais antigas que fazemos, desde tempos imemoriáveis: estamos sós no universo? Talvez ainda estejamos longe demais de encontrar a resposta definitiva para esta questão, porém, não podemos negar que hoje, estamos definitivamente mais perto.

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#Ciência