De acordo com os cientistas, krokodil está entre as drogas mais mortais da atualidade. O seu uso foi informado pela primeira vez em 2002, na Sibéria, e logo após se espalhou pela Europa toda. Essa droga é considerada do demônio, e está se destacando pela capacidade de destruição, provocando muitas lesões nunca observadas em outras #drogas.

A droga é fabricada naturalmente em casas, por meio de uma substância denominada como codeína, que é adquirida facilmente em farmácias sem precisar de receita médica. Essa substância é a base para se conseguir através de misturas e reações químicas tenebrosas a desomorfina, que é 10 vez mais poderosa que a morfina.

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A mistura é assustadoramente tóxica e cheia de impurezas.

O krokodil é inserido pela via intravenosa, e é mais barato que a heroína, que até então era a droga preferida dos russos. Estima-se que está aumentando cada vez mais o uso dela, na Rússia. Por causa do baixo custo, muitas pessoas estão passando a utilizá-la, sem ter o mínimo de conhecimento de suas consequências. Enquanto uma dose da heroína custa R$ 150, uma substância de krokodil não chega nem a R$ 10.

Entre as características ocasionadas nos usuários, destaca-se a pele cheia de ulcerações, esverdeada e escamosa, ela causa também gangrena que apodrece a carne de diversas partes do corpo do usuário. Os efeitos não aparecem apenas nos lugares de injeção da droga, pode se alastrar pelo corpo inteiro, podendo atingir por exemplo, o sistema endócrino, nervoso, fígado e até rins.

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Normalmente, os usuários buscam ajuda médica em fases avançadas e o que resta aos médicos é fazer as amputações, mas, na maior parte das vezes já é tarde demais e não é possível salvá-los. A expectativa de vida de um usuário é de cerca de 1 a 2 anos.

Esse caos de drogas existe em todo o mundo e no caso do Brasil o crack está reinando. De acordo com relatos confirmados a droga já chegou ao Brasil e devemos estar atentos não só por nós, mas também por aqueles que são próximos a nós, porque amanhã talvez poderá ser tarde demais. #Saúde