Um livro, intitulado “História Social da Criança e da Família”, de Phillippe Ariès, mostra, a partir de estudos realizados, como a sociedade pode mudar quando as atitudes e comportamentos dos indivíduos que a compõem também mudam.

Baseando-se no livro citado, foi criada uma lista sobre as previsões que a #Ciência pode fazer sobre o comportamento futuro de uma criança. Você se surpreenderá com o que vai descobrir sobre como a ciência pode ajudar a sociedade a entender certos tipos de comportamentos e como as vivências e relações da infância podem explicar os comportamentos do adulto no futuro. Confira a seguir.

Uma criança paciente provavelmente será um adulto bem-sucedido

Na década de 1960, um psicólogo da Universidade de Stanford (EUA) testou 653 #crianças entre 4 e 6 anos de idade.

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Foram colocados doces na frente delas e foi pedido para que elas não os comessem. Nesse teste, muitas das crianças podem ter descoberto um valioso segredo do sucesso. Foi sugerido às crianças que elas decidissem entre comer naquela hora, ou comer apenas 15 minutos depois. O resultado foi que 30% delas conseguiram esperar o tempo determinado.

Trinta anos após os testes, foi descoberto que as crianças que haviam esperado teriam tido mais sucesso, tanto na vida pessoal, quanto na profissional. Elas também não tiveram envolvimento com drogas e nem estavam acima do peso.

Bebês alimentados quando querem são mais inteligentes

Quando um bebê chora, isso pode acontecer devido a diversas coisas - desde um simples “pipi,” até fome ou dor. Ignorar o choro e não alimentar o bebê na hora em que ele pede comida não é uma boa prática, segundo a ciência.

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Mesmo que o horário não esteja conforme o cronograma normal de alimentação.

Bebês que são alimentados quando choram desenvolvem QI até 8 pontos mais alto que aqueles que são alimentados dentro de um cronograma rígido de horário. Para o estudo, foram observadas 10.419 crianças.

Bebês que roncam são mais problemáticos

Roncar pode parecer fofo em bebês. O problema é que o ronco indica cerca de 20% a 100% de chances de crianças com esse quadro serem hiperativas no futuro. Pesquisadores realizaram o estudo analisando e observando cerca de 11 mil crianças. #2017