Um profissional que atua em um ramo que se identifica, mas que é levado a trabalhar exaustivamente pode desenvolver alguns problemas relacionados à saúde física e mental. Um dos problemas que mais afetam as pessoas que não conseguem relaxar na correria diária é a depressão. Outro tipo de doença que está relacionado ao cansaço extremo por causa do trabalho é a #Síndrome de Burnout.

O nível exacerbado de tarefas e compromissos muitas vezes pode levar uma pessoa a um estresse crônico. É preciso ter equilíbrio, o descanso e o lazer devem estar na mesma proporção que a intensidade do trabalho. Por isso, é importante dormir bem e passar o tempo livre fazendo algum esporte ou uma atividade que dê prazer.

Publicidade
Publicidade

Estima-se que 70% dos trabalhadores tenham algum problema de estresse relacionado com o trabalho. Em cada 100 milhões de habitantes, uma quantidade de 32% sofre de algum tipo de stress que levou à Síndrome de Burnout. Os profissionais que nas estatísticas apresentam mais casos da síndrome são das seguintes áreas: recursos humanos, educação, saúde, assistência social, bombeiros, policiais, advogados e jornalistas.

Os sintomas da Síndrome de Burnout são parecidos com a depressão, mas existem diferenças cruciais entre eles. Na depressão causada pelo excesso de trabalho existe a perda do interesse por atividades que dão prazer, enquanto na Síndrome de Burnout existe um desinteresse em assuntos relacionados ao trabalho.

Os principais sintomas de quem está passando por um esgotamento físico ou mental são: mudança de comportamento, alteração de humor, agressividade, falha na memória, dificuldade de concentração, entre outros males.

Publicidade

As dores físicas provenientes da Síndrome de Burnout também prejudicam os profissionais com dores de cabeça, insônia, crise de ansiedade, palpitação, sudorese, pressão alta, dores musculares, entre outros males.

No Brasil o profissional que é afetado por alguma doença proveniente do trabalho tem os mesmos direitos que uma pessoa que sofreu um acidente de trabalho. É necessário comprovar que o ambiente e as condições de trabalho foram a causa de uma doença ocupacional. Isso pode ser realizado através de uma perícia feita pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Para evitar que seja preciso o afastamento do profissional pelo INSS, é importante cuidar da qualidade de vida, ou seja, a prevenção e o cuidado com a saúde é primordial para evitar possíveis transtornos.

Existe uma responsabilidade do empregador em relação às condições de trabalho que ele oferece aos seus empregados. Caso seja necessário, existe a possibilidade de indenização caso o empregador tenha causado danos aos seus empregados.

Publicidade

É muito comum que as doenças ocupacionais comecem de forma silenciosa, mas com o passar do tempo isso se tornará o motivo fundamental da perda de produtividade do trabalhador.

A postura ergonômica do trabalho e a intensidade em que ele é realizado podem afetar a saúde pelos movimentos repetitivos. A falta de um tempo necessário para repouso também é uma causa crucial na geração de doenças no trabalho. Por isso, é importante tanto para o empregador quanto para o empregado ficarem atentos no modo de como o trabalho é realizado evitando danos ao bem maior de um ser humano, que é a sua saúde. #stress no trabalho #falta de descanso