O Acidente Vascular Cerebral (AVC) tem se tornado manchete e assunto nesta última semana: primeiramente, o AVC atacou a #Saúde do cantor e sambista carioca Arlindo Cruz, o qual permanece internado no hospital.

Ainda na mesma semana, outro assunto debatido sobre derrames cerebrais pode trazer alento àqueles que precisam de cura e retorno à vida normal. O motivo seria mais do que improvável, caso um grupo de médicos não descobrisse um princípio ativo que auxilia no combate ao derrame cerebral.

Essa junta médica que pesquisava os efeitos do veneno de uma aranha australiana descobriu uma substância, fabricada pelo animal, que promove a proteção das células cerebrais e, assim, diminui os efeitos que um AVC pode provocar.

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Se levarmos em consideração que essa mesma aranha, ao aplicar seu poderoso líquido em um ser humano, pode matá-lo em meros 15 minutos, o resultado da pesquisa é insólito, espantoso.

Esse bichinho peçonhento que, agora, cai nas graças da ciência, é conhecido como aranha “teia de funil” e mora na Austrália: mais especificamente em regiões do Norte e do Sul.

A benfeitora é uma molécula chamada de Hi1a, existe no DNA do veneno produzido pela espécie de aranha mencionada anteriormente. A pista que os cientistas seguiram foi a de que essa molécula é muito semelhante a outro composto químico, cuja função é idêntica, isto é, de proteção das células do cérebro. Como consequência, eles resolveram estudar mais a fundo e testar sua eficácia.

Nos testes com #Animais de laboratório, os resultados foram surpreendentes com a verificação de que, sim, a substância da aranha teve um efeito protetor em seus neurônios, inoculando a manifestação do derrame cerebral.

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Um dos médicos declarou que, mesmo após duas horas da aplicação, a molécula Hi1a atuava contra o AVC, obtendo uma redução de 80% dos danos cerebrais em cobaias. Feita outra observação depois de oito horas da ocorrência de um AVC, a substância manteve seu poder de combate, diminuindo em 65% os danos de um derrame cerebral.

Os cientistas estão animados e planejam fazer testes com seres humanos em breve. Eles estimam que essa etapa dure uns dois anos. É bom lembrar: atualmente não há produtos ou remédios que aliviem ou cure esse tipo de acidente. #Meio Ambiente