Equipamentos de proteção individual e coletiva (EPI's e EPC's), são indispensáveis para os profissionais da #Saúde, pois evitará riscos futuros, que comprometeriam até mesmo seu desempenho no local de trabalho. Mesmo com a Lei 14.466 de junho de 2011, que proíbe o uso de equipamentos fora do ambiente adequado e ainda é sujeito a multa no valor de R$ 174,50, os médicos, enfermeiros, entre outros profissionais da área da saúde ignoram, e continuam se "expondo" nas ruas, supermercados, lojas, etc.

Os equipamentos que são mais expostos às impurezas são os jalecos, máscaras e toucas, fazendo com que tanto o próprio profissional quanto o paciente se infectem.

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Segundo uma pesquisa realizada pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), cerca de 95% dos jalecos de médicos e enfermeiros, que foram examinados, estavam contaminados. Sendo que entre os micro-organismos identificados, foi encontrada a bactéria que é um dos agentes principais que causam a infecção hospitalar, a Staphilococcus aureus. Em consequência disso, o jaleco, ao invés de proteger, acaba se tornando a própria fonte de contaminação, enfatizando a região do punho.

As aulas de biossegurança são fundamentais em quaisquer cursos da saúde, pois elas expõem os principais pontos de minimização de acidentes, prevenções, métodos de como proceder tal ação em áreas de extremo risco, além de qualificar o profissional.

É importante frisar que, em consequência desta negligência profissional, as dificuldades de prevenção de agentes patológicos aumentam constantemente, fazendo com que as pessoas se prejudiquem, tanto no aspecto biológico quanto profissional.

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Portanto, a conscientização do trabalhador é de extrema importância, pois se tratará em salvar vidas, evitando que casos fatais surjam, por questões basilares que são aprendidas nos cursos de graduação.

Apesar de muitos profissionais persistirem neste erro, alguns funcionários optam por cumprir a lei, para que possam incentivá-los, de forma sensata. Por isso, este problema poderia ser rotineiramente trabalhado, notificando os profissionais, para que evitem tal ação, e se a prática acabar persistindo, o estabelecimento empregador deveria tomar providências maiores, fazendo com o que essa orientação entre em vigor, e que sejam respeitadas, evitando práticas irregulares nas dependências dos hospitais, e outros ambientes de saúde. #2017 #Hospital