Assim que a menina Marian McGlocklin nasceu, seus pais, Paul e Sara, que já tinham outra filha, perceberam que havia algo de errado com a recém-nascida. As pernas dela eram muito finas, e quando ela chorava, o grito era baixo.

Depois de muitas dúvidas e passarem por vários médicos, testes e exames durante meses, finalmente a equipe médica que acompanhava a criança fechou o diagnóstico, que surpreendeu a todos: a pequena Marian sofre de Alzheimer infantil.

Os pais da menina, que nunca tinham ouvido falar que essa doença poderia afetar crianças, relatam que enfrentaram uma verdadeira angústia durante a peregrinação em busca de saber o que realmente tinha de errado com a saúde da filha, que desde os primeiros dias de vida dava sinais que tinha algo de estranho acontecendo com ela.

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Por meses visitaram especialistas, até que os médicos do Hospital de Los Angeles puderam detectar que os órgãos da criança estavam com um tamanho anormal e combinaram esse dado com a fraqueza muscular que vinha piorando de forma progressiva.

Os médicos, então, comunicaram a Paul e Sara que Marian sofre de um tipo de Alzheimer raro, que atinge apenas uma a cada 150 mil crianças. Esse tipo de Alzheimer é uma patologia que ainda não possui cura e progride com o tempo. O organismo perde a capacidade de metabolizar o colesterol, por exemplo. Causando o aumento dos órgãos, danos aos pulmões, fala comprometida e a deterioração do sistema nervoso por inteiro.

Normalmente, este tipo de Alzheimer somente se manifesta por volta dos quatro anos de idade, e por ser uma #Doença grave, que progride rapidamente afetando vários órgãos simultaneamente, as vítimas geralmente vem a óbito antes dos 10 anos.

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Marian, porém, apresentou os sintomas ainda bebe, os pais não tem previsão da expectativa de vida da filha.

Mas eles ainda tem esperanças de conseguirem reverter o quandro da menina, pois especialistas encontraram uma substância que promete estabilizar os danos causados pela doença e com isso retardar que ela progrida tão rapidamente.

Por isso, Paul e Sara estão em uma corrida contra o tempo, em busca de conseguir receber o tratamento médico adequado, antes que a doença avance e venha a compromete a comunicação e movimento da menina, provocando sua morte.

A menina, que com apenas 18 meses já enfrenta uma verdadeira batalha para continuar vivendo, com a persistência de sua família poderá ser uma das crianças que vai se beneficiar com essa substância que promete estabilizar o organismo e evitar que tenham uma morte tão prematura. #Curiosidade