Existem muitos "mitos e verdades" relacionados com as causas da #ejaculação precoce. Acreditamos que um assunto tão delicado precisa ser tratado com informações relevantes. Entenda algumas e tire suas próprias conclusões.

O stress pode atrapalhar?

VERDADE

O stress realmente pode afetar o prazer, pois atinge os estímulos e a sensibilidade, podendo causar uma eventual impotência ou ejaculação prematura. Muitos homens que procuram clínicas de sexologia sofrem também com sintomas de ansiedade. Os fatores psicológicos podem contribuir, mas estes fatores isoladamente não representam a única causa do problema.

Masturbação pode atrapalhar ou ajuda a retardar o orgasmo?

MITO

Embora parcialmente eficaz no curto prazo, a masturbação antes das relações sexuais pode piorar em vez de atenuá-la, pois uma má prática - ou seja, a pressa de atingir o clímax – pode impedir o desenvolvimento de mecanismos de controle desse problema.

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Algumas pessoas utilizam a técnica de se masturbar antes de sair com uma garota. A ideia pode ajudar antes de um encontro, mas poderá levar a um agravamento do problema e deve ser encarada como um método paliativo.

O álcool e as drogas podem retardar a ejaculação?

MITO

Algumas drogas ilegais, como as anfetaminas e a cocaína, podem causar a ejaculação precoce. Outros fármacos, como os opiáceos, podem causar inibição da ejaculação. Em alguns casos, o álcool gera um efeito benéfico nos pacientes, porém discreto e limitado, mas com o tempo poderá causar sérios problemas de ereção. Não há nada mais perigoso do que tentar "curar" a ejaculação precoce com drogas e/ou álcool. Apenas tratamento com suporte médico e medicamentos adequados podem solucionar esse problema. Portanto, esse não é o caminho recomendado.

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Afeta a fertilidade do casal

MITO

Não, um casal sem problemas de fertilidade é capaz de fertilizar, desde que a ejaculação, mesmo que precoce, ocorra durante a penetração e dentro da vagina.

A ejaculação precoce ainda é um problema para as mulheres

Verdade

Sim, esse problema pode afetar a vida do casal, porque essa disfunção afeta o relacionamento sexual, que é praticamente 50% do relacionamento amoroso. A mulher deve ser companheira e paciente, assim poderá ajudar o seu parceiro a superar essa disfunção sexual. Ela deve incentivá-lo a procurar um médico e acompanhá-lo nas consultas. Na maioria dos casos, o problema é resolvido em conjunto, já que muitas vezes tem fundo psicológico. Por isso, o diálogo é muito importante e o empenho da mulher no processo de cura é imprescindível. #sexo #Relacionamentos