Homens e mulheres continuam batendo recordes de permanência no #Espaço. Mas a relação sexual pode ser o grande problema para a reprodução humana fora da Terra. As pesquisas revelam os obstáculos de um ambiente sem gravidade.

Vários países realizam pesquisas no espaço. Entre estes estudos estão os que analisam as possibilidades de reprodução humana fora da esfera terrestre. Já foram feitos testes com animais, mas ainda não foram revelados testes com humanos. As conclusões são tiradas de experimentos feitos dentro das espaçonaves.

Homens e Mulheres no espaço

O primeiro humano a ir para o espaço pertencia ao sexo masculino.

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Yuri Gagarin, em 12 de abril de 1961 iniciou a trajetória. Já a primeira mulher foi Valentina Tereschkova, em 16 de junho de 1963.

A viagens espaciais foram protagonizadas em sua maioria por homens. Pouco tempo depois, mais mulheres foram ao espaço. Nos últimos 56 anos pouco se pesquisou sobre relação sexual neste ambiente.

Nos últimos anos, 15 países criaram a Estação Espacial Internacional (ISS) com o objetivo de pesquisar o impacto de um voo espacial de longa duração em um ser humano. Nela, homens e mulheres participam de experiências diversas de sobrevivência fora da Terra.

Em abril deste ano, foi a vez da comandante Peggy Whinston, dos EUA, entrar para o time de recordistas espaciais. Ela é a primeira mulher a comandar a Estação Espacial Internacional por duas vezes. Peggy ultrapassou a marca dos 534 dias fora do planeta azul.

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O recorde se deu em 24 de abril.

Relação sexual

Apesar da falta de dados entre humanos, pesquisas da NASA revelam o que poderia acontecer em um ato sexual. Uma delas indica que a velocidade de uma ejaculação no espaço é de 18 km/h. Outra conclusão é a de que a falta de gravidade dificulta os movimentos necessários a uma relação.

Outro obstáculo é a radiação espacial. Segundo os cientistas, esta energia pode provocar mutações genéticas e destruição do DNA. Um perigo para as próximas gerações.

Experimentos com ratos indicam que a radiação provoca ainda mais problemas, como redução na produção de espermatozoides e danos ao sistema reprodutivo feminino, culminando com a cessação das ovulações.

O ex-astronauta Mike Massimino esteve no espaço por duas vezes para consertar o telescópio espacial Hubble. Ele revela em entrevistas a jornalistas que quando os humanos começarem a enviar famílias para o espaço a questão da relação sexual será importante.

Massimino destaca que, se a relação sexual no espaço tiver o objetivo de procriar, o problema estaria na forma com que o feto cresceria. E sua preocupação faz sentido. Em uma experiência espacial realizada com girassóis, a flor cresceu normalmente, mas o caule ficou mais fino do que o mesmo vegetal plantado na Terra. “Como o feto se desenvolveria na gravidade zero? Provavelmente não seria algo bom”, disse. #sexualidade #Relacionamento