Nesta semana, a revista Veja publicou uma reportagem que mostra os próximos passos da ciência. Os especialistas já estão utilizando espermatozoides em testes para tratar o câncer. O esperma é usado com uma arma contra as células que matam muita gente.

A situação inusitada está dando o que falar. Isso porque, como mostra um estudo publicado pela "Science Alert", os pesquisadores decidiram pensar fora da caixa e agora tentam achar novas maneiras de combater as células dessa doença. Todas as conhecidas até hoje afetam, em maior ou menor quantidade, as células boas. Por isso, muitas vezes, durante o tratamento, o paciente parece até mais doente do que antes dele.

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Apesar de surpreender muita gente, os pesquisadores revelam que já estão fazendo testes com espermas em doenças que atingem as mulheres, como endometriose, doenças de inflamação e tumores no órgão genital. Cientistas de órgãos de pesquisas alemães, o Instituto de Nanociências Integrativas e a Universidade de Tecnologia de Chemnitz, estão fazendo um estudo que coloca os espermatozoides em um campo de batalha. Eles são fortalecidos e, em seguida, jogados contra campos de magnetismo. A reviravolta na ciência é uma surpresa para o mundo. Os criadores do projeto revelam que as células, quando vão entrar em contato com as infectadas, já estão preparadas para lutar nesse ambiente.

O estudo diz que os espermatozoides possuem uma estrutura que permite que eles recebam remédios (drogas). Essas substâncias ajudam que essa célula masculina não tenha o seu percurso interrompido.

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É normal, por exemplo, acontecerem problemas como a diluição da célula. Com as drogas, isso não acontece, ou acontece em menor número. Com isso, a parte do corpo que não está sofrendo com o câncer deixa de ser penalizada com o tratamento. Pode ser o início do fim de sintomas como enjoos e queda de cabelos.

Os testes realizados em laboratório começaram com bois. A primeira medicação foi para tratar cânceres de ordem ginecológica. Para fazer com que o organismo fizesse o caminho corretamente, os cientistas usaram uma impressão em 3D.

O que vem a seguir parece até ficção científica. O #esperma foi revestido com uma estrutura que possui quatro braços móveis. Eles ficam na frente da armadura que é colocada neles. Os braços dobram e podem ajudar com que a substância levada seja aplicada na área que os pesquisadores tentam atingir. O mais curioso é que esse exército sequer é visto a olho nu. Apenas microscópios têm a capacidade de amplificar a célula reprodutiva do homem. #Saúde