A prática sexual pode ter vários efeitos sobre o corpo e a mente humana. Algumas das alterações pelas quais o #sexo é responsável são interessantes e relevantes para o funcionamento do organismo.

A abstinência sexual prolongada também pode ter consequências dignas de nota por serem inusitadas e/ou por afetarem a #Saúde - psicológica ou física - de quem passa por ela. Entre os efeitos possíveis da falta de sexo podem ser mencionados os oito que estão listados logo a seguir:

1 - Mais acne

Acredita-se que tanto o suor produzido durante o ato sexual quanto o alívio do estresse que pode ser obtido com o sexo podem ter um papel importante na prevenção das acnes.

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2 - Mal-estar físico

Sintomas como dores de cabeça e enjoos frequentes podem ser causados pela abstinência sexual prolongada, pois esta reduz a produção de substâncias como serotonina e as endorfinas, que funcionam como analgésicos naturais.

3 - Aumento das chances de desenvolvimento de câncer de próstata

Segundo a Associação Urológica Americana, os homens que têm vida sexual ativa possuem 20% menos de chances de desenvolver câncer de próstata.

4 - Pele menos macia e mais ressecada

A atividade sexual estimula a circulação de sangue e isso tende a dar ao corpo de modo geral uma aparência melhor. Por causa disso, a abstinência sexual prolongada pode prejudicar a aparência da pele, deixando-a menos macia e menos hidratada.

5 - Mais fantasias sexuais

Muitas vezes, a mente reage à falta prolongada de sexo com um aumento na quantidade de fantasias sexuais.

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6 - Insônia

O hormônio ocitocina, que tem importante papel na indução do corpo ao sono, tem sua liberação estimulada pelo ato sexual.

7 -Estresse

A falta de sexo priva o organismo de uma válvula de escape para as tensões, que assim podem se acumular. Além disso, a falta de sexo reduz a produção de endorfina, substância que participa da regulação do humor e estimula a vontade de estar rodeado de outros seres humanos.

8 - Imunidade enfraquecida

Pesquisa realizada pela Universidade Wilkes-Barre, localizada no estado americano da Pensilvânia, concluiu que pessoas cuja frequência sexual é igual ou superior a duas vezes possuem cerca de 40% mais imunoglobulina fica do que as pessoas que têm frequência inferior a duas vezes por semana. A imunoglobulina serve como uma das primeiras linhas de defesa do organismo, combatendo a invasão do organismo por microrganismos como vírus e bactérias através das mucosas do corpo. #Homensemulheres