Chega a ser irônico pensar que em plena era de libertação sexual, em que cada vez mais se fala sobre #sexo na sociedade, na escola, na #Internet, e nas mídias em geral, as pessoas estão tendo cad vez menos relações sexuais.

Segundo um estudo publicado recentemente na revista Archives of Sexual Behaviour, especializada em sexualidade humana, os norte-americanos passaram de 62 relações sexuais anuais na década de 90, para 53 relações a partir da década de 2000, segundo informa o website português Visão.

Além disso, observou-se também uma queda no número de relações sexuais dos britânicos, com idades entre 16 e 44 anos. A média que há 3 anos mostrava a prática de sexo 6 vezes por mês, agora reduziu para 5 vezes no mesmo período.

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A Austrália também mostra números ainda mais baixos, calcula-se que as relações caíram de 1,8 relações semanais para 1,4.

Ao que parece, mesmo com aplicativos que facilitam o encontro de novas pessoas, o sexo não tem crescido em número, e os jovens atualmente fazem menos sexo do que seus antepassados. A explicação pode estar no estilo de vida que estamos levando atualmente.

Ansiedade e Trabalho

Entre os principais culpados pela diminuição de sexo na vida das pessoas estão a ansiedade, o estresse e o foco na carreira. Hoje em dia, cada vez mais as pessoas se dedicam ao trabalho e à vida financeira. Com esse #Comportamento, o estresse e a ansiedade aumentam consideravelmente, tornando as relações humanas cada vez mais "pobres" e distantes.

É grande o número de pessoas que se consideram "workaholics" (viciadas em trabalho) e que se dedicam cada vez menos a relações amorosas.

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Internet que não ajuda

Ao mesmo tempo que a Internet tem ajudado as pessoas a se conhecerem, ela também vem diminuindo o contato real entre casais. É muito mais comum que um casal se conheça virtualmente e não tenha tido muitos contatos físicos - diferentemente do que se vivia antigamente.

A internet e as redes sociais também têm roubado tempo da vida das pessoas: estima-se que alguns adultos tendam a passar mais tempo interagindo com celulares e computadores do que há cinco anos. E a tendência é que esse tipo de comportamento continue aumentando, enquanto os números de relações sexuais caem ainda mais.

Realidade brasileira

Segundo dados do ano passado, o brasileiro tem em média relações sexuais 2,9 vezes por semana. As informações são do site Bem-Estar. No entanto, apesar de ser considerada uma das maiores médias do mundo, o brasileiro considera que cinco seria o número ideal. E os principais empecilhos são também oriundos da vida moderna: carreira, dívidas e preocupações com vida financeira, além de filhos pequenos.