A revista Guia Minha Saúde, em edição especial nas bancas de jornal, traz um assunto delicado e pouco conhecido, ainda cercado de mitos e sem remédios eficazes no tocante à cura com o objetivo de tornar mais conhecido esse mal que afeta milhares de pessoas ao redor do mundo.

O que é a doença

A #Doença de #ALZHEIMER é um mal degenerativo e sem cura. Afeta as células cerebrais, destruindo a memória e outras funções mentais cruciais, como atenção, orientação e linguagem.

No começo, acredita-se ser apenas o esquecimento comum que aumenta com a idade, depois vem a dificuldade de se lembrar de alguém ou de algum evento e na sequência o sentimento de desorientação (o paciente não sabe onde está, estranha locais).

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O quadro então, uma vez instalado, avança a ponto de fazer com que a pessoa se esqueça completamente de pessoas importantes em sua vida, devastando com isso, a vida pessoal e a vida das famílias.

Apesar de ainda não existir cura para a doença, recomenda-se que o tratamento seja feito o mais rápido possível, pois existem medicamentos e exercícios que retardam a evolução da doença.

A doença afeta as pessoas acima dos 65 anos de idade e faz parte do quadro de demência. As estimativas são de que 35 milhões de pessoas no mundo sofram com a doença. O número parece imenso porque a longevidade das pessoas tem se tornado cada vez maior. No Brasil, acredita-se em 1,2 milhão de casos, é o que informa a Associação Brasileira de Alzheimer. Desses 1,2 milhão crê-se que a maioria ainda não foi diagnosticada corretamente.

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Causas da doença

Apesar de envelhecer não ser sinônimo de adoecer, a causa mais comum do Alzheimer é o avanço da idade.

O histórico familiar deve ser considerado no momento do diagnóstico, mas ainda não há estudos conclusivos sobre esse aspecto.

A doença ainda é um enigma para a Medicina, no entanto já se estabeleceu um vínculo entre pessoas que sofrem de problemas cardíacos e o Alzheimer. Outros fatores que podem aumentar o risco da doença são a hipertensão, obesidade, falta de atividade física, alto nível de colesterol, tabagismo, diabetes e dieta pobre em vegetais e frutas.

Dessa forma, o estilo de vida saudável é preventivo à doença.

Identificando o Alzheimer

É importante salientar que as demências, dentre elas o Mal de Alzheimer, não são doenças fisiológicas e sim patológicas. Desta forma, apenas um médico capacitado é capaz de identificar a doença, principalmente em sua fase inicial.

Além do esquecimento, a incapacidade de realizar tarefas que antes eram corriqueiras, tais como preencher cheques, pagar contas, ir ao supermercado, fazer comida, dentre outras, começa a aparecer de maneira leve, mas pode também já aparecer com veemência.

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É consistência dessas falhas que vai determinar a doença, e não fatos isolados.

A linguagem também é uma das primeiras faculdades mentais afetadas. Dificuldade em encontrar as palavras ou de contar uma história com começo, meio e fim é normal.

Os médicos capazes de melhor identificar a doença são o clínico geral, o neurologista e o geriatra.

Tipos de tratamento

Como já dissemos, apesar de incurável, a doença pode ser tratada com o objetivo de retardar os sintomas, aliviar os sintomas já existentes e manter por mais tempo a qualidade de vida do paciente.

Na fase inicial, há remédios que podem ser prescritos e que ajudam no processo acima citado.

Além dos remédios é importante focar nas atividades que são prazerosas para o paciente e também técnicas que se utilizem de métodos para resgatar a memória.

Atividades físicas e convívio social são fundamentais. #Ciência